Domingo, 29 de Janeiro de 2012
It's time to face the true 23ºCapitulo

 

Tenho a vos informar que esta fic tem 33ºcapitulos no total. =P

Kuss

 

 


 

 

23ºcap
- Achas mesmo que a tua curte de ontem á noite vai ser o teu futuro? – a resposta dele caiu friamente naquele momento – Não achas mesmo que alguém como aquele tipo goste de ti ou te ame, pois não? Sabes que ele tem alguma fama.
- Eu sei tudo isso, Nick. E não sei porque me dizes isso. – encolheu os ombros – Não é por causa dessa minha curte. Apenas cansei-me de ser a tua escapatória…eu não quero ser a tua amante, percebes. Não mais quero ser usada para única e exclusivamente sexo! – respirou fundo – Tens alguma noção do que dói só ser procurada por isso? – ele desviou o olhar do seu – Andamos a brincar. Magoa-me demais…Nick tu acabas-te com toda a minha auto confiança. Até á noite passada eu nunca tinha estado com rapaz algum a não ser contigo e apenas para sexo. – mordeu a língua – Dói demais. – tremeu
- Porquê esta reviravolta? Explica-me melhor.
- Estou farta! Só me usas…nunca me desses-te que tinhas saudades de mim…nunca. Sempre me desses-te que tinhas saudades de fazer sexo comigo. Deste sempre a entender que sou aquela gaja que é só bateres á minha porta ou me mandares uma mensagem, abro-te as pernas e entrego-me ás tuas escolhas. Que faço tudo o que queres…mas agora cansei-me.
- Lembra-te que uma curte não vai ser um namoro, como tanto gostarias de ter. – obrigou-a a olha-lo nos olhos
- Eu tenho noção das coisas. Mas prefiro andar em celibato do que sofrer mais ao ser usada. Posso não vir a despertar o verdadeiro interesse e gosto de um rapaz, tu fizeste questão que eu me descuidasse, mas pelo menos os possa vir a ter, curtes ou actos loucos, serão por carinho e interesse, mesmo que pequeno. Se demonstrarem que querem apenas e só relações…eu aprendi a negar-me.
- Bom…hoje decides isso, mas será até quando? – espicaçou – Ok, Lucy. Depois falamos. – voltou-se e começou a caminhar para a porta do quarto dela – Assim por curiosidade. – sorriu e olhou-a – De quem é o carro desportivo e caro que está á tua porta? – ela revirou os olhos – Sabes que adoro carros.
- Esse carro é do Bill. – sorriu
- Desculpa?! – esbugalhou os olhos – Ele emprestou-te aquele carrão para vires aqui á aldeia?
- Não. Ele veio comigo. – voltou a sorrir; por momentos o meio loiro perdeu cor e saiu do quarto da ex namorada sem uma palavra dizer.
Quando estava prestes a alcançar a porta da rua, esta abriu-se e Nicolas e o tal Bill entraram.
- Olá Nico! – Nick saudou e fez questão de ignorar a presença do moreno de olhos castanhos
- Nick. Que andas a fazer?
- Vim visitar os meus tios e avos e aproveitei e vim ver se estava tudo bem por aqui.
- Atencioso da tua parte. – Nico falou sarcástico
- Sim. – sorriu nervoso; Bill também fazia por ignora-lo e deu bem a notar que seguia com o intuito de ir ao quarto de Lucy – Bem…adeus. – falou incomodado, o irmão da morena manteve a porta da rua aberta, sorriu muito falsamente e assim que o outro saiu fechou a porta de imediato.
Bill bateu levemente á porta do quarto da rapariga, ouviu um fraco «entre» e logo o fez, fechando a porta cuidadosamente.
- Vi o Nick a sair da tua casa. Que se passou?
- Ele veio…procurar-me. – sentiu que o rapaz se sentava ao seu lado – Bill…eu e o Nick, mesmo depois de termos deixado de ser namorados… - tremeu – nós tivemos varias as vezes juntos. – engoliu a seco – era do modo que eu me enganava e imaginava que ele mais tarde ou mais cedo me desse-se que queria estar de novo comigo, de verdade, sabes. – não obtinha resposta do moreno – Bem…e basicamente era por ele quem eu era mais usada. – voltou a tremer – Mas…as coisas mudaram e eu ganhei coragem que á muito devia ter tido. – temia olha-lo – Basicamente foi graças a ti que eu…me libertei do Nick. Deixei de imaginar quando voltaria a estar com ele ou de sonhar que as coisas se iriam resolver, porque….a maneira como tu me atrais é bem mais forte e única do que alguma vez o senti por ele. Já sei que não querias ouvir isto e que agora não deves querer nem ver-me pintada de ouro, mas…
- Eu sabia disso tudo. – foi o que ele lhe disse, interrompendo-a assim; o olhar brilhante, devido ás lágrimas, de Lucy pousou nele – Sabia que algo ainda acontecia uma vez ou outra entre vocês…basta que…aprendi a conhecer-te e notava as coisas. E sentia-me irritado porque tu não vias que ele estava a te enganar e a…brincar. Precisava de te mostrar que precisavas de outra pessoa na tua vida, sabes! – sorriu fracamente – E desejava ser eu essa pessoa.
- E és. – ela falou tremulamente – Mas o meu medo é maior do que imaginei, sabes.
- Portanto…agora posso atrever-me a dizer que estás apenas comigo, como se fosses para mim?
- Claro. Porque…quando as cenas começaram a ficar mais…provocantes entre nós, reneguei o Nick e não conseguia pensar sequer em lhe tocar…e ainda pensava que nunca iria ter um beijo, que fosse, teu. – corou
- Pois agora tens tudo. – juntou as mãos ás faces dela e atraiu-a para si, beijou-a.
+++
Estudava determinada matéria na biblioteca da faculdade, precisava de sossego e isso não estava a ter sem ser ali…as amigas de Sandra tinham feito de si alvo dos seus risos trocistas e olhares maldosos e gélidos. Nunca tinham sido simpáticas para Lucy, mas aquela segunda estava a ser infernal.
- Então agora é contigo que o Bill anda a brincar. – uma das amigas mais intimas de Sandra falou perto do ouvido da rapariga – Tenho pena de ti, miúda. – a morena soprou impaciente
- Lucy. – a loira de olhos azuis surgiu logo que a sua amiga falou – Então querida já foste brinquedo hoje? – sentou-se a seu lado – Meu Deus, como podes ser tão parva?! Espero que não sofras muito quando caíres na realidade e te deres conta que andas a ser usada…porque… - olhou a rapariga com desdém – tu só deverás servir para brinquedo, mesmo. Olha para ti…tão básica, parvinha e bem…nada jeitosa. – falou num tom rancoroso – Não pensas-te que o Bill gosta mesmo de ti, pois não? – sussurrou-lhe
- Não pensas-te que eu sou melhor do que tu na cama, pois não? – Lucy sussurrou-lhe e meteu um sorriso cínico nos lábios – Eu pelo menos sempre o satisfaço…agora tu… - olhou-a também com desdém – Bem és só ossos, portanto á trancada mais forte…podes desaparecer, não é. – levantou-se e sentiu-se vitoriosa ao notar o ar de choque e irritação que havia colocado na loira – Não te preocupes…querida…não faço questão de sofrer e muito menos ser usada sem o fazer também. Portanto eu e o Bill, podemos estar muito bem um para o outro. – dito isto moveu o cabelo quase chicoteado a cara da amiga de Sandra e saiu da biblioteca.



sinto-me: ensonada
música: the GazettE - Ruder


Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
It's time to face the true 21º e 22ºCapitulo

 

A dobrar que é para compensar a minha falta aqui na quarta. =P

 

 

O

 

 

 

21ºcap
Passava pouco das 03h da noite ou manhã, continuava tudo uma animação que só vendo, um dos casais de namorados já havia ido embora por razões mais que obvias; Darius estava decidido a ir quase de gatas, senão de gatas mesmo para casa; Bill falava divertido com o pessoal e continuava bem junto de Lucy, embora já estivesse sentado ao lado dela e não ao seu colo, mas isso não o estava a impedir de continuar com o braço atrás das costas dela e por vezes a acariciar.
- Temos que ir. – a voz dele trouxe-a de volta ao mundo real, deixando assim a sensação calma e embargadora de que era refém, devido as festinhas que ele lhe fazia
- Temos? – perguntou meio á toa
- Sim. Amanhã temos que acordar ligeiramente cedo. Vamos á tua casa, recordas-te? – sorriu
- Nem me lembrava. – corou
Ele riu-se e beijou-a docemente, depois levantou-se e ela seguiu-lhe o exemplo.
- Pessoal! Fiquem bem. – bateu mão com alguns amigos e começou a se afastar; pagaram as contas e saíram do bar. Lucy tremeu um pouco e agasalhou-se melhor com o seu casaco, ele abraçou-a e fê-la recostar-se mais consigo. Deslizando a mão pelas costas de Bill, acabou por mete-la dentro do bolso traseiro das suas calças, sentiu um meigo beijinho na testa.
- Posso pedir-te uma coisa, Bill? – ela falou junto do pescoço dele
- O quê?
- Independentemente do que queres realmente comigo, do que ambos desejamos…não…me uses. – tremeu
- Nunca. – ele sussurrou – No que depender de mim isto pode vir a ser algo mais que uma aventura.
- Bom saber. – deu um beijinho no pescoço dele – Mesmo sem eu ser uma gaja toda boa?
- Lá está ela… -falou impaciente – Como faço para te convencer que para mim és boa e bonita o suficiente? Melhor….mais do que o suficiente. – corrigiu – Como faço?
- Vais no bom caminho e se te desviares dele, eu informo-te. – ele procurou os lábios dela e beijaram-se
+++
Trancou a porta do apartamento e agradeceu por terem tido tempo de chegar ali…uma vez que havia começado a chover imenso. Bocejou e deu-se conta que Lucy tinha ido para o quarto sem lhe dizer nada…iria pelo menos vê-la antes de se ir deitar. Entrou no quarto dela, mas viu que a rapariga estava na casa de banho…aproveitou para ir ao seu quarto e despir aquela roupa. Assim que se descalçou e se despiu (ficando assim apenas em boxer’s), ouviu a porta do seu quarto a ser aberta, olhou.
- Eu quero pelo menos um beijinho de boa noite. – ela falou divertida
- Claro. – sorriu-lhe – Como estavas ocupada á bocado não fiquei á espera. Ia dar-te esse beijinho de qualquer das formas. – foi abraçado por ela; o fino tecido do seu pijama despertava imenso o seu desejo, enquanto percorreu o corpo dela com as mãos e desfrutava dos seus beijos, pode sentir quase todo o corpo da rapariga.
Lentamente, ela tocou-lhe. Acariciou-lhe o peito e deslizou as mãos pelo corpo dele, até chegar ao sexo. Timidamente acariciou-lhe o membro masculino, despertando o desejo e excitando-o de modo arrebatador. Bill tremeu.
Lucy estava a atormenta-lo docemente e ela devia sabê-lo. Ela queria sentir o desejo do seu corpo por ele. Ele queria perder-se nela…
- Desejo-te. – disse ela, com voz sensual – Faz amor comigo, Bill.
Ela acariciou-lhe o peito e deslizou as mãos para baixo, dando-lhe beijos por todo o corpo. Deixou-se tomar pelo desejo e despiu-a toda para si, fazendo-a contorcer-se de excitação a cada toque seu…os seus corpos ficaram nus e prontos para se perderem um no outro. Bill não conseguia esperar mais. Pegou-lhe ao colo e levou-a para a cama.
A Lucy a única coisa que importava era Bill e o que ela sentia. Não havia lugar para mais nada. Ele surgiu com um preservativo, ela só desejava que ele se juntasse totalmente a si, mas também nem pensou em lhe dizer que tomava a pílula, o prazer estava a dar com ela em louca.
Ele voltou a se aproximar dela e abriu caminho entre as suas coxas, ela agarrou-se aos ombros dele. Ele penetrou-a lentamente. Fazia-a mexer-se para se encontrar com ele, enquanto ele a preenchia e possuía.
Como podia existir tanto prazer?, perguntou-se ela. Aquilo nunca lhe havia acontecido, nunca se sentira tão satisfeita e desejada. O prazer tornou-se mais intenso e ela sentiu um calafrio a percorrê-la.
O mundo de Bill transformou-se em sentir Lucy a envolvê-lo, a sensação de estar com ela e dentro dela. Era a única coisa que importava.
Bill penetrou-a mais profundamente, o corpo dela agarrava-se ao dele com desejo. Mais profundo, mais forte. Ela agarrou-se a ele e abraçou-o, até que o seu orgasmo se tornou o dele e o dele, o dela.

22ºcap
O som do despertador do telemóvel do rapaz foi o que a despertou, Bill dormia de lado e pousava a mão sobre a cintura dela…estendeu a mão e desligou o despertador que começava a se tornar incomodo. Voltou a olhar para o moreno, sorriu, recordou devagar o sucedido da madrugada…á muito que sabia o que era o sexo mas nunca havia desfrutado desse tipo de relação tão ardentemente. Ele sabia como satisfaze-la, só que fosse com carícias e isso levou Lucy a corar. Deslizou a ponta dos dedos pela face do rapaz, beijou-o docemente e sentiu-se a ser agarrada, ele havia acordado, o beijo desenvolveu-se e ambos entregaram-se ao prazer que aquilo lhes dava.
- Bom dia. – ela disse contra seus lábios
- Bom dia, pequenina. – recebeu uma ligeira mordida no lábio
- Vamos ter que nos levantar, sabes. – sorriu e ele suspirou
- Tem mesmo, não é? – olhava-a agora com muita atenção
- Sim. Não convém só chegar-mos á minha casa á hora do almoço. – sorriu e beijou-o de novo; Fez noção de se levantar mas foi obrigada a se deitar de novo, ficando agora parcialmente sobre ele. – Bill. – advertiu
- Quero outro beijo. – lambeu o lábio inferior dela e dali formou-se mais um beijo, minucioso e intenso.
+++
Inesperadamente a mãe de Lucy estava encantada com Bill, para aquela mulher ele tinha sido uma espécie de anjo que estava a animar a vida da sua filha (nem ela poderia imaginar até que ponto). Nicolas ainda se mostrou incomodado mas logo teve que aceitar a companhia daquele rapaz.
Terminava de arrumar a média mala, iria levar outras roupas para a semana que se avizinhava, roupa mais quente uma vez que o Inverno alemão era extremo e já mostrava que a chuva não iria terminar assim tão depressa quanto isso. O seu irmão havia levado Bill a conhecer alguns lugares mas Lucy sabia que Nico devia estar a avisar o rapaz para não abusar nas coisas…riu-se sozinha ao imaginar. O toque á porta do seu quarto cessou-lhe o riso, olhou a porta e Nick acabava de entrar, fechando logo a porta atrás de si.
- Nick?
- Olá! – sorriu-lhe e tratou logo de a rodear pela cintura – Calculei que viesses a casa hoje. – tentou beija-la mas ela afastou a cara – Que se passa?
Nunca ela poderia imaginar que aquele dia chegaria. Não desejava nem um pouco Nick e muito menos queria deixar que ele voltasse a brincar consigo ou usa-la…o desejo era o que comandava os seus actos, mas naquele momento ela só queria que o rapaz se afasta-se de si uns bons metros.
- Não.
- A tua mãe estava de saída quando cheguei. Ninguém nos verá. – sorriu e juntou-a mais a si – Lucy.
- Não, Nick! – afastou-se e quebrou o suave abraço que os juntava – Não quero…
- Não podes? – insinuava que poderia ser as tais alturas do mês para ela
- Não é isso. – falou incomodada – Não quero mais.
- Como assim?
- Nick… - respirou fundo – Porque me procuras, realmente?
- Desejo-te e tu sabe-lo. Não consigo evita-lo. – elevou o canto da boca em sinal de sorrisinho
- Sim. – corou – Mas não posso mais.
- Explica-te. – estava confuso com as palavras dela
- Não consigo estar tranquila com isto, não mais.
- Lucy…sabes que somos amantes á bem mais de um ano. Que te impede agora? - «O Bill» pensou ela, abanou a cabeça e afastou-se mais de Nick
- Eu estou farta de ser a tua escapatória. – ganhava coragem – Caramba! Sou usada á força toda, Nick! Não gostas de mim, não queres pensar em um retorno na nossa relação. Tu gostas de com quem estás.
- Gosto nada. Tu sabes que eu não gosto dela. – explicou retoricamente
- Aí não?! Então explica-me…porque continuas á mais de um ano com ela se não gostas?
- Porque falamos nisto agora? – escapava da pergunta
- Responde-me, Nick! Se não gostas porque continuas…de todos os modos ela é enganada da pior maneira possível, por ti. Tu gostas dela.
- Não, não gosto. Já te disse.
- Mas também não gostas de mim ou imaginaste-te de novo comigo.
- Lucy. – suspirou
- Estou farta de ser a tua amante. Agora ou é tudo ou nada! Tu decides.
Ele manteve-se calado e apenas de olhar focado no dela. Antes poderia estar desejosa que ele lhe desse-se que a queria de novo ao seu lado, que ainda gostava dela e nunca conseguiria esquece-la ou substitui-la por outra…poderia mesmo ansiar que Nick lhe desse-se que o seu namoro tinha acabado ou que já estava acabando e que poderia assim estar com ela sem medos….mas…naquele momento, naquele dia, de agora para futuro…esperava que ele se afasta-se e não mais a procura-se e fizesse sofrer.



sinto-me: com frio
música: Mtv Dance


Domingo, 22 de Janeiro de 2012
It's time to face the true 20ºCapitulo

 

 

20ºcap
Mantinham-se ao lado um do outro, trocavam beijos e demonstravam-se bem animados um com o outro…a lividez da pele de Sandra tinha passado para um tom encarnado de raiva…Nick estava completamente surpreso com o que testemunhava pela 1ª vez, a sua ex nos braços de outro tipo.
- Eí onde vais? – ele perguntou-lhe assim que ela se começou a afastar.
- Ter com elas. – indicou a pista de dança de onde a outras pertencentes ao grupo a chamavam
- Ok, pequenina. – sorriu sacana
- Olha eu sei que sou pequena e tu bem alto, não me o recordes assim sem preparação da minha parte. – brincou; ele agarrou-lhe o pulso puxou-a para si e beijou-a, ela mordeu-lhe depois o lábio e afastou-se finalmente
- Para quem dizia «não temos nada e nada aconteceu, somos amigos»…até vais bem com esta amizade. – Darius comentou divertido
- Queres que te seja bem sincero? – o outro assentiu positivamente – Aquela rapariga tem fogo nas veias, Darius. E aquela mesma rapariga aos meus olhos é a mais bonita de todas as que já conheci ou com quem já estive.
- Bem…se não te conhecesse diria que te apaixonas-te. – gozou
- Seja lá o que se passa ou possa passar, eu quero-a. – sorriu
- Nota-se assim bastante, meu. – deu uma palmadinha no ombro do amigo – Nota-se mesmo. – sorriu
Depois de muita bebida, a ida á casa de banho era inevitável…atravessou a pista e passou por algumas mesas, entrou na zona das casas de banho, antes de entrar na sua…tocaram-lhe no ombro, olhou rapidamente.
- Conseguis-te incomodar-me, Lucy. – Nick falou baixo
- Nick não sou crente e muito menos…única e exclusivamente tua. Antes fui, agora assim como andas com outra e és dela…eu estou com outro e…sou dele.
- Também. – afirmou – Também és dele. – sorriu – Depois falamos. – afastou-se
Também? Portanto Nick tinha-a a garantida para sempre sua, apesar de andar com outra e continuar a preferir engana-la das piores maneiras a deixa-la e tentar de novo consigo. Agora tudo tinha mudado, porque se algo se ia passar com Bill e ela, então não seria ela a quebrar isso com um engano. Namorado? Nunca que Bill seria isso para ela, o seu ser não o permitia…ele é um rapaz que se afasta de compromissos e apenas tem as suas conquistas ou loucuras, de qualquer das formas ela não se ia importar, mas iria sim aproveitar tudo até ao ultimo segundo.
- Vens beber connosco? – a loirinha falou assim que Lucy as alcançou na pista – Estou cheia de sede e o meu namorado está um “mãos largas” hoje. – riu-se
Saíram da pista, juntaram-se ao grande grupo de rapazes que estava em redor de duas mesas…as outras raparigas juntaram-se aos seus namorados, mas Lucy não se foi agarrar a Bill, talvez porque tinha consciência que não passava de uma curte para o rapaz e não queria que ele ficasse incomodado com o facto de ela se juntar automaticamente a si, á vista de todos do grupo. Olhou-a, continuava mais afastada e em frente de si…porque não ia ela para junto de si, queria agarra-la e beija-la…porque se mantinha afastada?.
Notou-a meio nervosa e corada, apesar do calor que se fazia sentir naquele bar e que criava rosetas a toda a gente que ali se encontrava, Lucy continuava a se manter á margem do grupo. Ele não queria isso, queria-a ali consigo e perfeitamente á vontade no seu grupo.
- Bill mais uma rodada?
- A ultima para mim, meu. – riu-se – Já tenho mais álcool que sangue, puto! – riram
- Quem se oferece a vir comigo?
- Eu. – Bill respondeu com calma – Quem mais? – outros 3 se ofereceram; começaram a sair dos seus lugares, Darius puxou Lucy pela manga da blusa e fê-la sentar no lugar que ocupava Bill, este ia aproximar-se de novo mas foi arrastado pelos amigos.
Voltaram com a rodada, distribuíram as bebidas pelo pessoal. Entregou a bebida a ela e sentou-se ao seu colo, viu-lhe o sorriso, passou o braço direito por detrás das costas da morena e atraiu-a subitamente mais para si, beijando-a com carinho. Assim que afastou a sua cara da dela, viu-a corar e a lamber os lábios.
- E então que supostamente se passa entre vocês? – Dariu meteu-se
- Vamos ver o que será. – o moreno disse ainda de olhar colocado em Lucy – Certo?
- Certo. – ela riu-se – Veremos…
Sentia-se bem e estupidamente feliz ali, a noite já ia avançada e muitas bebedeiras a rodeavam, mas tanto ela como Bill mantinham-se ainda conscientes. Pelo canto do olho reparou que Nick saia do bar acompanhado pela namorada, iriam para casa de certeza. Suspirou de alivio e não evitou manter dois dedos dentro do bolso das calças do rapaz que ainda ocupava o seu colo e por vezes lhe roubava um inesperado beijo e a fazia delirar; o braço do rapaz continuava prudentemente colocado atrás das suas costas, por vezes ele fazia-lhe suaves festinhas com as pontas dos dedos da sua mão, sobre o ombro da rapariga…chegara mesmo a leva-la a suspirar. O seu corpo reagiu quando Bill ajeitou o braço de modo a que a sua mão tocasse na pele da rapariga, pois colocava as pontas dos seus dedos dentro da sua blusa. Vá lá que ele não se havia lembrado de fazer tal coisa mas na parte da frente, isso significava sentir aquela mínima carícia no seu decote e se isso acontecesse Lucy podia rogar-lhe que a levasse para algum lado a qualquer momento.



sinto-me: ao tlm


Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
It's time to face the true 19ºCapitulo

 

19ºcap
Jantaram rapidamente uma pizza que haviam encomendado, as cenas mais provocantes ou sugestivas tinham ficado sem efeito…até ao momento. Bill vestiu o casaco preto, alinhou uma madeixa do cabelo e olhou pela enésima vez para o corredor dos quartos, de Lucy nada ainda.
- Lucy!!! – gritou – Já estão á nossa espera. – apanhou a carteira e as chaves – Pensava que ela não era de grandes arrumações. – murmurava para si
- Tem calma! – vinha a rir, ele olhou-a – Vês já estou mais que pronta.
Vestia umas calças negras meio justas, voltando a revelar as curvas do seu definido rabo, a blusa vermelha e decotada revelava mais do que o devido, depois era o casaco preto e com uns desenhos atractivos…o cabelo voltava a estar solto e as ondas deste brilhavam.
- Isto vai ser melhor do que poderia imaginar. – ele disse ainda de olhos cravados nela
- Bill! – estalou os dedos – A minha cara… - indicou – fica aqui e não mais a baixo. – sorriu e finalmente ele descravou o olhar do decote abusivo que ela usava
- Queres que eu fique doente ou assim? – perguntou num quase desespero
- Nem vale a pena responder, pois sabes o que acho desse…suposto encanto por mim. – ele agarrou-a subitamente pelos ombros e obrigou-a e ficar completamente encostada á porta de madeira maciça que dá para a saída
- Se não queres que eu te tranque aqui comigo…bom que pares com isso. – deslizou o olhar de novo até ao decote da rapariga – E que os anjos me ajudem se eu te trancar neste apartamento comigo. – ela riu-se com aquela súbita crença do rapaz
- Sempre quero ver até onde isto vai. – falou decidida
- Lucy. – advertiu-a – Tu não abuses na coisa que depois eu não respondo como um cavalheiro. – gozou
- Quem disse que te quero crente a esse ponto? – ela sussurrou-lhe, evitando receber resposta abriu a porta da rua e saiu, obrigando-o a segui-la.
+++
Maravilha! Estava tudo uma maravilha…as raparigas tomavam posse da pista de dança daquele bar grande e abastado de gente, os rapazes ou bebiam ou falavam coisas suas mas sempre de olhos colocados no local onde mais se concentravam as raparigas que queriam aproveitar a dançar e o efeito que o álcool nutria nelas.
Lucy ficou incomodada assim que viu Nick e a namorada a surgirem naquele bar, o rapaz meio loiro havia olhado para ela discretamente mas não iria conseguir olhar muito, pois a namorada não o largava nem por nada.
- Lucy, toma! – a rapariga loirinha, namorada de um dos rapazes entregou-lhe um novo copo cheio de bebida
- Obrigada. – agradeceu com um sorriso também
- Raparigas eu acho que vou contribuir para o meu exercício físico não tarda. – a ruiva comentou – Aquele meu namorado está a tirar-me do serio. – o rapaz provocava-a com alguma descrição
- Acho que fazes bem em ir contribuir. – riu-se
Lucy corou ligeiramente e olhou mais para o lado e encontrou o olhar de Bill colocado em si.
- Porque raio vocês não tentam… - a loira sugeriu – afinal não será algo do outro mundo. Se eu vivesse debaixo do mesmo tecto que aquilo tudo, já tinha feito muito mas muito exercício físico.
- Sim, até porque… - aproximou-se mais para ter a certeza que Lucy e a outra a ouviam – as miúdas que tiveram aventuras com o Bill dizem que ele é mesmo muito bom na cama. – corou e afastou-se para não dar nas vistas.
Assim não havia gaja que aguentasse. Aquela informação tinha despertado os sentidos mais básicos da rapariga…depois o olhar penetrante de Bill sobre si não estava a ajudar na coordenação de pensamentos nem na contenção de reacções. Olhou em redor e naquele exacto momento, tanto o moreno como o seu ex namorado estavam a olha-la com um olhar electrizante, Nick estava por agora sozinho na mesa que ocupava com a namorada e não fazia questão de disfarçar que devorava Lucy com os seus olhos verdes. Sentiu-se demasiado incomodada, era como se ela tivesse que decidir qual deles os dois queria realmente naquele instante…estava cada um do seu lado, opostos um ao outro, ela estava justamente no meio.
A figura da namorada de Nick deu-se a notar, toda ela decidida e segura de si mesma a caminhar para o rapaz, uma vez lá beijou-o exaustivamente e sentou-se ao seu lado, mostrando que era a detentora daquele lugar, tanto nos bancos como na vida dele. Para ainda ajudar na festa Sandra estava também a deambular por ali, toda ela convencida dos seus poderes de sedução, estava demasiado perto de Bill e aproximava-se aos poucos e de modo sorrateiro. Lucy respirou fundo, bem que se poderia arrepender-se amargamente daí a umas horas ou daí a uns tempos mas agora, ali, de imediato ela iria reagir conforme seu desejo. Sorriu para as raparigas que a rodeavam na pista e a acompanhavam na dança.
- Arrependa-me ou não… - começou – pelo menos poderei dizer que tive o que desejava neste momento. – a ruiva e a loirinha sorriram entre si e abriram caminho para ela
Com um pouco de dificuldade a morena afastou-se da pista de dança, bebeu o resto da sua bebida, deixou o copo sobre uma mesa alta e continuou fixa no que queria… Sandra parou de caminhar na direcção de Bill e perdeu cor, ficou lívida. Chegou perto o suficiente dele, sorriu de modo traquina, o seu sorriso foi correspondido do mesmo modo…juntou o seu corpo ao dele e beijou-o. Ele tratou logo de a rodear pela cintura e prende-la no seu abraço, o beijo intensificou-se e revelou-se sufocante e carregado de erotismo.


 


música: filme chinês =P


Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
It's time to face the true 18ºCapitulo

As coisas até vão tendo futuro, né? =P

Kuss

 

 

 

 

18ºcap
A noite ou o que restou dela foi uma autentica punição para ela, tinha dado voltas naquela cama e ainda se admirava como não havia caído ao chão. Para quem deveria dormir até tarde, Lucy levantou-se demasiado cedo a seu ver…o demorado duche serviu-lhe de recompensa, para que conseguisse relaxar os músculos do seu corpo e acalmar aquele calor incessante.
Entrou na cozinha e apenas conseguiu comer um bolinho de leite, não tinha fome, aliás a sua fome mostrava-se ser de outra coisa que não comida. Suspirou em desespero, nunca tinha imaginado que aquele momento que tinha dividido com Bill naquela noite que havia passado, pudesse acontecer e no entanto tinha acontecido. Nick também lhe atormentava o pensamento, porque ele parecia ter ficado incomodado com o á vontade com que ela tinha com Bill e vice versa, isso era sinal eminente de perigo para si, pois se o seu ex namorado ficou realmente incomodado com o que vira…isso seria “meio caminho andado” para ela voltar a cair na tentação e estar de novo nos braços dele a satisfaze-lo conforme ele queria e onde queria. Seria usada de novo e voltaria a ser recordada pelo próprio Nick que «sentia a falta de fazer amor com ela» mas nunca sentia a falta dela. Porque era tudo tão complicado? E se deixa-se que o desejo fosse levado até ao fim? Bill faria o mesmo ou simplesmente demonstraria que era uma simples aventura?! De facto não imagina que o seu amigo e colega quisesse usa-la, bastava que aquele rapaz, que é puro erotismo em pessoa, estala-se os dedos para ter a miúda que quisesse em seus braços. Nada ganhava com andar a brincar ao usa e deixa-me usar-te com Lucy.
- Como consegues manter-te de pé a estas horas? Tens para aí umas 6 horas de sono. – ele entrava a protestar com voz de sono na cozinha; ela riu-se mas ao se voltar de frente para Bill o seu mundo foi abanado por um sismo emocional e físico.
Ele estava apenas e exclusivamente a vestir os boxer’s, para piorar a concentração, os boxer’s eram justos o suficiente para dar assas á imaginação mais pornográfica que poderia existir num espaço tão pequeno como aquela cozinha…o cabelo negro estava meio despenteado e parecia tão suave, tanto que dava vontade de passar os dedos por ele e acaricia-lo e sentir a sua suavidade…depois era aquela cara de anjinho, que de anjo Bill não deveria ter era nada, aliada aquele jeitinho tão fofo e menino de sono. Lucy perdeu forças subitamente e teve que se encostar subtilmente á bancada antes que as pernas lhe fraquejassem e ela cai-se ao chão com tal poder que o rapaz libertava e fazia o corpo da rapariga despertar.
- Acordei-te? – foi apenas o que conseguiu dizer e já tinha requerido demasiado esforço da sua parte.
- Ouvi a porta do teu quarto. – aproximou-se do frigorifico (escassos centímetros dela), tirou de lá uma garrafa de água e verteu algum liquido daquele num copo alto, bebeu a gosto e muito devagar. Aquilo era demasiado para assistir ás 09h da manhã, simplesmente era demasiado. – Mas diz-me…porque raio acordas tu tão cedo a um sábado? – olhou-a
«Talvez porque tu me tiraste o sono.» pensou em lhe responder, mas isso era dar a resposta que ele poderia querer e no estado em que se encontrava ao seu lado, seria “tiro e queda”; Lucy respirou fundo e tentou olhar para a porta da cozinha, para tentar arrefecer a sua cabeça e tentar controlar os impulsos que o seu corpo queria fazer por vontade própria.
- Eu vou voltar para a cama. – comentou, ela arrepiou-se – Tiraste-me o sono ontem á noite. – aquilo era uma cartada alta – Eu disse-te que isso me ia acontecer…
- Exagerado. – murmurou; Sentiu o calor do corpo do rapaz bem junto do seu, Bill havia-se aproximado perigosamente dela, sentiu a suavidade da sua respiração a embater na sua face, tentou manter-se o mais calma possível
- Não sou de exagerar e muito menos inventar coisas, se estás a pensar em me acusar disso. – sussurrou-lhe
- Será que dá para parares com isso, Bill?! – falou incomodada
- Com o quê? – voltou a lhe sussurrar
- Com isso mesmo. – atreveu-se a olha-lo – Estás a acabar com a minha lógica, meu! – acusou-o falsamente
- Isso é bom ou mau? – inquiriu travesso
- Pode ser ambos. – murmurou
- Como assim?
- Mau! Para lá. – afastou-se dele, usado o que restava de controlo no seu corpo – Vou sair e tu volta para…a cama.
- Porque haveria? Parte do meu sono escapou-me agora assim de repente. – ela olhou-o furtivamente, ele sorriu
- Vai dormir! – dito isto praticamente correu para a porta de saída, apanhou as chaves do apartamento e saiu.
+++
Como estúpida que era tinha acatado o pedido de Nick e ali estava ela na casa do rapaz.
- Que se passa de tão importante?
- Precisava de falar contigo. – aproximou-se e tratou logo de a rodear pela cintura, beijando-a devagar – Como os meus pais saíram logo cedo, quando regressei a casa…liguei-te.
- Eu não devia estar aqui. É sábado, a tua…amiga não te larga ao fim de semana, recordas?!
- Ela que esteja lá longe, na sua casita que eu tenho mais que fazer. – sorriu e voltou a beijar a rapariga – Ontem senti-me magoado, Lucy. – confessou – Ver-te naquele á vontade com aquele tipo alto e moreno, apertou-me o peito. – beijou-a mais – Pensei que não andavas com ninguém.
- E não ando. – informou
- Não foi o que me pareceu. – encostou-a á parede e estreitou o seu corpo com o dela – Ele parecia muito…desejoso.
- Que importa assim tanto para ti, Nick?
- Não gostei. Eu quero que continuemos a ser o que somos. – delineou os lábios dela com o seu dedo indicador
- E o que somos nós? – falou antes de ser abafada por um beijo
- Amantes. – aquilo magoou-a demasiado – Nunca vamos conseguir resistir-mos um ao outro. – voltou a beija-la
Naquele momento todo o seu pensamento foi canalizado para Bill, para ele e para aquele beijo excitante que tinham trocado e também para o desejo arrebatador que haviam sentido… definitivamente ele estava a ocupar o pensamento de Lucy e a lhe dar a coragem que nunca tinha para se negar a Nick. Afastou-o de si gentilmente.
- Que se passa?
- Vou ter de ir, Nick.
- Mas já?! – normalmente era ele que a afastava ou ele mesmo se afastava, nunca o contrario – Porquê?
- Vou ter com umas amigas novas. – mentiu – Ficamos de ir ás compras e eu atrasar-me tanto pode ser mau.
- Pensei que querias estar comigo…
- Quero… - mentiu de novo e surpreendeu-se por o fazer – mas vou ter de ir mesmo. Depois falamos, ok?!
- Eu digo-te qualquer coisa quando tiver a casa livre e a outra longe. – sorriu e beijou-a
Saiu da casa do ex namorado, desceu umas ruas e apanhou o autocarro…rumo ao condomínio, conteve as lágrimas mas depois algo a fez alegrar imenso…Bill.





O Plágio é o acto de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música,obra pictórica,fotografia, obra audiovisual,etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No acto de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma. PLÁGIO É CRIME. A PENA VAI DE TRÊS MESES A UM ANO DE PRISÃO OU MULTA POR APROPRIAÇÃO INDEVIDA DE TEXTOS.
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