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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Inocente VS Playboy - Capitulo 13

por iamcarmen, em 15.06.14

 

13º

Jane passara a estudar quais os melhores momentos para sair de casa e assim evitar deparar-se com Bill Kaulitz, igualmente fazia de tudo para evitar andar sozinha pela rua; com isso aquela semana mostrava-se demasiado stressante. Inúmeras vezes Bill tentara entrar em contacto com Jane mas ela continuava a se manter afastada e ignorava todas as tentativas do moreno. Sentia-se culpada pelo seu vizinho ter sido agredido.

 A poucos metros da sua casa, Bill surgiu à sua frente e decidido cainhou para ela. Jane recuou passo e preparou-se para fugir para casa de Gabi; assim se atreveu a faze-lo, temia que aquele rapaz estivesse irritado consigo e depois descarregar nela. Bill insistiu em segui-la e por mais que a rapariga tentasse correr, os ferimentos que sofrera em suas pernas limitavam-na Foi com facilidade que o rapaz a alcançou, agarrando-a pela mão esquerda e com firmeza a fez parar.

- Porquê isto? Porque foges de mim? Porque me evitas? – ele atirou as questões aborrecido.

- Eu…eu… - tentou responder e escapar, lagrimas brilharam em seus olhos

- Eu sei que não tiveste culpa sobre o que aconteceu! – Bill gritou. Jane olhou para o rapaz e observou-lhe o lábios rebentado e olho negro, juntou as mãos à sua boca e do nada começou a chorar.

- Desculpa Bill. – ela falou entre soluços e lagrimas – O Tom não quis ouvir nada, ainda estava irritado por aquela rasteira e… - fechou os olhos com força, tentando repelir o choro.

- Calma. – Bill falou baixinho e com carinho, puxou Jane para si e rodeou-a com seus braços, abraçando-a cautelosamente e afagando-lhe depois os cabelos.

- …aquele… - soluçava contra o peito do rapaz – apanhou-me quando vinha para casa…tentou violar-me… - apertava a blusa do seu vizinho com os nervos que à flor da sua pele se fazia sentir – resisti…ele irritou-se…e… - chorou mais contra o peito do rapaz.

- Quem foi, Jane? – ele quis saber

- Perdoa-me. – recuou e olhou o rosto de Bill – Pede-me tudo menos o seu nome. – apertou os lábios e conteve novas lagrimas. Seu rosto foi aconchegado entre as mãos de Bill, este olhou-a bem nos olhos

- Isto não pode ficar assim. – falou confiante – Não pode.

- Não pro favor. – mostrava-se assustada – Não te metas. – engoliu em seco – Não tem nada que ver contigo e….

- Tem sim, Jane! – afirmou – Esse monstro tentou violar-te, magoou-te. Não vai ter perdão. – mostrava-se irritado, preocupado e sedento de vingança.

- Porque te importas com isso? – quis ela saber

- Por culpa desse monstro levei uma puta de uma dose de porrada do teu irmão. – protestou. A rapariga retomou o seu choro e voltou a encostar o rosto ao peito de Bil, apertava-se o máximo que conseguia contra ele, como evitando que ele se afastasse e a deixa-se sozinha no meio daquela rua.

- Não me contas, tens medo e eu respeito isso por enquanto Jane. Mas prometo que vou descobrir quem foi e farei questão de dizer logo a seguir ao teu irmão. – abraçou-a novamente com cautela – Agora por favor não chores. – pediu com carinho – Agora eu estou aqui ao teu lado. Vamos passear para algum lugar. – acabou por lhe propor.

- Não consigo. Doí-me a anca. – corou ao falar aquilo para o moreno

- Estás…muito magoada? – questionou com preocupação.

- Amh, é mais o ombro. – admitiu – Acompanhas-me até casa? – sorriu vagamente

- O teu irmão iria matar-me, sabes. – relembrou-lhe

- O Tom não está em casa. – ela respondeu e logo puxou o rapaz consigo até sua casa.

*

Entraram na casa da rapariga, logo a mãe desta surgiu e mostrou-se preocupada com a demora da filha mas tranquilizou-se assim que reconheceu Bill ao lado de Jane. Encaminhou o rapaz até ao andar superior e finalmente entraram naquele que era o quarto de Jane.

Uma vez lá a rapariga indicou-lhe que se sentasse num dos puff’s que estava mais ao centro do quarto, Bill assim fez. – Que vim fazer ao teu quarto? – perguntou sorridente.

- Relaxa que não me vais despir. – ela brincou e o rapaz mostrou-se amuado

- Ok. – elevou as mãos em sinal de rendição e suspirou

- Eu irei despir-me para ti. – ela disse então e foi ver os olhos do rapaz tornarem-se do tamanho de pratos.

- Vais fazer o quê para mim? – quis confirmar as palavras da rapariga.

Ela riu-se divertida, então despiu o seu casaco e fez deslizar a blusa no ombro direito, revelando assim a Bill a sua pele enegrecida em partes desde o ombro ao cotovelo e claro as ligaduras sobres os arranhões mais profundos. Bill elevou-se e foi junto dela, chegou próximo o suficiente e atento observou o resultado do ataque à sua vizinha.

- Igualmente tenho a anca magoada, mas nada de tão…tão… - anuiu – Claro que não irei despir as calças para te mostrar.

- Infelizmente. – suspirou ele e Jane tentou bater-lhe no ombro

- Parvo. – tentou ofende-lo.

Ele não pôde resistir e acabou por fazer deslizar suavemente a ponta dos seus dedos pelo ombro dela, mesmo magoada a pele de Jane ainda parecia seda. Jane acabou por suspirar ao sentir aquele toque suave e ao mesmo tempo provocante.

Bill vê-la girar suavemente para si, ficando frente a frente com Jane, ela sorriu timidamente e fez subir a blusa, cobrindo o ombro de novo. O rapaz começou a deslizar a mão pela cintura dela, detendo-se junto da anca dela; olhavam-se nos olhos como procurando respostas através de olhares.

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