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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Inocente VS Playboy - Capitulo 14

por iamcarmen, em 27.06.14

 

14º

Bill simplesmente não conseguia parar de olhar aquela rapariga nos olhos e tactear-lhe a cintura com ternura; Jane parecia hipnotiza-lo.

- Estava com saudades tuas. – ela admitiu num sorriso

- Agora… - aproximou mais o seu rosto do da rapariga – já começaste a confiar mais em mim? – questionou esperançoso.

- Sim. – admitiu corada

Ele fez deslizar sua mão até ao encontro do pescoço dela; inspirou profundamente e depositou no pescoço feminino um suave beijo. Jane foi percorrida por um arrepio não fosse aquele beijo deixa-la totalmente sensível.

- Não. – corou novamente – Isso arrepia-me. – confessou-lhe ao que Bill sorriu com travessura.

 Aproveitou para voltar a lhe beijar o pescoço, acabando por fazer seus lábios deslizar pela suave pele dela e pode sentir como Jane se contorcia de arrepios. Voltaram a se encarar e sorriram.

- Pára. – pediu corada

- Não. – riu-se – É giro ver-te contorcer com arrepios. – voltou a tocar o pescoço da rapariga mas agora lambiscou-lhe a pele suavemente.

- Bill. – tentou adverti-lo – Tu realmente… - não conseguiu de terminar sua frase, seu corpo moveu-se por vontade própria e então ela abraçou-o – Bill… - ele murmurou contra sua pele – Diz-me uma coisa… - respirou fundo e voltou a procurar o olhar do rapaz.

- O quê? – inquiriu atentamente

- Como ou porquê subitamente começaste a gostar da minha companhia? – quis saber

- Não tem explicação definida. – respondeu – És tu seria uma resposta vaga – curvou o lábio – contigo sinto-me diferente, sinto-me…melhor. Acho que “me fazes sentir bem” seria uma resposta confortável. – admitiu por fim.

- Nunca havias reparado na minha existência. Há anos que vives a meu lado que frequentas as mesmas escolas e aulas que eu. Sempre foste “intocável”, o playboy de respeito. – corou mais uma vez – Porquê?

- Quero redimir-me Jane. Quero realmente estar contigo. – afagou-lhe suavemente os cabelos.

Jane elevou seu olhar a fim de encará-lo novamente, seu olhar encontrou aquele rosto bonito, sorrindo para si; um Bill bem diferente daquele que ela conhecera até à dois meses atrás. Curvou-se ligeiramente e acabou por tocar os lábios da rapariga com os seus, a principio era um beijo tímido mas a cada novo toque o casal sentia necessidade de aprofundar o toque.
Segurou-a pela cintura, puxando-a mais para si. Jane deixou-se levar até que se viu ao colo dele....rodeando-o com as suas pernas; continuaram a prolongar aqueles beijos. Com ternura o rapaz fez uma das suas mãos subir ao logo das costas de Jane; pensara por momentos em invadir-lhe o interior da dita blusa mas conteve-se. Os beijos ganhavam mais ímpeto e o casal parecia esquecer tudo ao seu redor.

Inconscientemente Jane moveu-se no colo rapaz, friccionando desse modo os seus corpos. Bill ofegou e terminou os beijos e viu a confusão estampada no rosto da rapariga, respirou fundo e fê-la voltar tocar o chão com seus próprios pés.

- Desculpa. – falou meio ofegante e rapidamente lambeu seus labios

- Porquê? – quis saber

- Tu ameaças com muita facilidade o meu auto controlo, Jane. – admitiu-lhe – Não dá. – deu um pequeno passo atrás – Colocas-me doido. – respirou fundo. Sorriu intimidada e acabou por se sentar ao que Bill lhe fez companhia.

- Óh Bill, até parece. – soltou um breve risinho

- Não parece, é mesmo. – confessou e tentou relaxar seus músculos – Consegues realmente tentares-me a um ponto de me enlouquecer.

-…eu… - suspirou – nem seu provocar, quanto mais… - calou-se e mordiscou seu lábio inferior, mostrando-se um pouco nervosa.

- Óh sim, felizmente és inocente. Caso contrario eu ia ver a minha vida muito, muito complicada. – confessou-lhe ele.

- Sim. Eu sei… dezanove anos, demasiado inocente e sem noção das…coisas. – suspirou.

- Sim. – sorriu e fê-la encará-lo – Mas assim és a perfeita das perfeitas. É assim que quero…que gosto em ti. – beijou-a suavemente.

O súbito toque à porta do quarto de Jane, logo seguido de um abrir da mesma sobressaltou o casal.

- …mana… - Tom surgia à porta, deparar-se com aqueles dois sentados à ponta da cama da rapariga obrigou-o a se silenciar bruscamente.

- Olá mano! – Jane cumprimentou-o animada. Com cautela Tom estudou a apresentação de ambos, dando especial atenção à reacção corporal de Bill, este mostrava-se tenso mas nada mais…intimo.

- Tu. – Tom pronunciou contra vontade – No quarto da minha irmã? – semicerrou seus olhos.

- Tom. – Jane chamou-lhe pela atenção – Não estou com paciência. – avisou-o

- Ok, está bem. – recuou e ergueu os braços em sinal de desistência. Bill elevou-se e sorriu rapidamente para a sua vizinha.

- Bem eu estou de saída. – encarou Tom – Já sei. – falou com cautela para o mais velho – Não me armar em esperto com…

- Peço desculpa. – Tom interrompeu o moreno – Desculpa lá pelo… - olhou a contra gosto para o olho negro de Bill e fez uma careta – Ok, exagerei. – admitiu – Mas também merecias uns murros nessa cara. – rapidamente apresentou uma defesa e explicação.

- Admito que tens razão. – o moreno consentiu – E posso prometer-te que se souber primeiro quem foi a besta que o fez… - respirou fundo e encarou o outro nos olhos – serás o primeiro quem irei informar.

- Faz isso sim. Agradeço. Visto que existe uma estupida que não fala nada a respeito. – olhou furtivamente para a dona do quarto e esta apenas baixou seu olhar.

- Aceito as tuas desculpas. – Bill falou novamente

- Obrigado. – falou baixo

Com um rápido acenar, Bill despediu-se de Jane e rapidamente saiu do quarto dela.

- Podias ser mais simpático mas bom vejo uma evolução. – Jane murmurou para o irmão.

- Vou ser mais calmo com o tipo…playboy de shiesse. – comentou e a irmão fulminou-o com um breve o olhar

- Com quem? – ela ironizou

- Com…o Bill. – corrigiu-se contrariado.

- Bem melhor. – sorriu animada com a evolução do irmão

- Que fazia ele aqui? – questionou agressivamente e Jane lançou-lhe um novo olhar fulminante – Que foi? – amuou – Ele tem estado no teu quarto. – resmungou então

- Nem.Comeces. – falou duramente para o irmão – Ele não se “estica” comigo. Relaxa, ok.

- Pobre da vida dele se ele se atreve… - optou por se calar vendo que a irmã estava a ficar irritada consigo.

- Quem decide sobre a minha vida amorosa, sou eu. – ela apontou-se. Tom revirou os olhos e contrariado saiu do quarto da irmã.

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