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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Inocente VS Playboy - Capitulo 15

por iamcarmen, em 03.07.14

Hoje adientei o dia de post, mesmo eu estando a falhar muito com os dias. Desculpa. Mas isto uma hora ou outra reencaminha-se. =P

 


 

15º

Vinte e Quatro de Dezembro, véspera do dia de Natal. Jane ajudava a mãe com o jantar e não conseguia esconder sua alegria pois os vizinho da casa ao lado iriam passar aquela noite juntamente com sua família e isso queria dizer que Bill iria abdicar de uma saída com seus amigos para poder passar algum tempo “em família”, por si só isso era um acontecimento. Foi a pequena Lúcia, irmã mais nova de Bill que apareceu mais cedo na casa de Jane.

- Olá Jane! – cumprimentou animada

- Olá! – deu-lhe um abraço rápido – Mas…que fazes aqui tão cedo e sozinha? – perguntou sorridente.

A menina respirou fundo e fez-se de cansada - A minha mãe anda toda stressada sobre que roupa vestir, o meu pai ainda não chegou e o meu irmão entrou em casa com umas prendas e trancou-se no quarto! – exasperou – Precisava de sossego. – acabou por gargalhar.

- O teu irmão…com prendas de Natal? – Jane questionou surpreendia – De certeza? – piscou os olhos enquanto oferecia um copo de sumo à menina. Lúcia assentiu.

- Sim. – bebeu um pouco do sumo – Estranho não é? – a mais velha afirmou.
A mãe de Jane surgiu na sala onde seria a recepção aos convidados, abriu um grande sorriso para a filha da vizinha e por fim olhou Jane.

- Melhor ires arrumar-te, Jane. Em breve os convidados chegam. – falou enquanto colocava salgadinhos sobre a mesa.

- Tens razão. - suspirou

- A Gabi sempre vem? – quis a mãe saber

- Não. Os seus familiares do Brasil estão lá em casa. – informou e afagou rapidamente os cabelos de Lúcia que se mantinha próxima de si.

- Certo. Agora vai despachar-te. – agitou as mãos como afastando Jane dali.

- Posso ajudar? – a pequena menina perguntou

- O Tom está no escritório a tentar perceber qual a melhor musica ambiente. Oferece-te para ajudá-lo. – a mãe de Jane falou antes de lhe piscar o olho.

 

Rapidamente Jane entrou em seu quarto e pegou no robe, indo tomar um banho demorado e bem relaxante; voltou ao seu quarto e com cuidado espreitou a janela a fim de procurar sinais no quarto de Bill, o rapaz havia feito as cortinas delizarem e assim nada se conseguiria ver; fez beicinho e achava aquilo estranho mas por prevenção também ela correu as cortinas do seu próprio quarto.
Com cautela a rapariga colocou o vestido que comprara propositadamente para aquele dia, sobre sua cama; um vestido em preto e branco. Vestiu o dito vestido, calçou uns sapatos sem salto a condizer e olhando ao espelhou deu um jeito aos seus cabelos, seguindo passo a passo as dicas que Gabi lhe dava pelo telemóvel, por fim deu um simples toque de maquilhagem. Sentia-se impaciente, não era habitual a rapariga usar um vestido ainda para mais um tão bonito como aquele que comprara. O toque da campainha da casa despertou-a do seu mar de pensamentos, espreitou à porta do seu quarto e pode distinguir as vozes dos pais de Bill; já a voz do rapaz não se fazia notar.

- Ok. Vamos a isto. – respirou bem fundo e saiu do quarto. Assim que ela começou a descer pelas escadas o seu irmão ficou boquiaberto a observar cada passo seu, corou ligeiramente pois Tom não escondia a surpresa por a ver a usar um vestido.

- Estás lindíssima, filha. – a mãe dela falou sorridente.

- Realmente Jane…estás muito bonita. – a mãe de Bill e Lúcia disse

- Boa noite a todos. – Jane cumprimentou-os com um sorriso e colocou-se próxima do seu irmão que não parava de a observar.

Caminharam para a sala de estar onde se faria a recepção e neste encontrou-se os pais e Bill junto do seu.

- Boa noite! – Jane voltou a cumprimentar e tanto o seu pai como o de Bill assentiram simpaticamente – Olá. – dirigiu-se pessoalmente a Bill. O moreno tentava perceber se aquela era mesmo a sua vizinha do lado, estava abismado e mostrava-se tão confuso como o próprio Tom – Que bom que vieste. – sorriu-lhe e o rapaz pestanejou diversas vezes.

Bill afastou-se do seu pai e caminhou na direcção daquela rapariga que parecia carregar um imã especial para si; sentia vontade de beijá-la e tomá-la em seus braços, prendendo-a contra si mesmo. O vestido que Jane vestia naquela noite fazia as curvas femininas notarem mais e de modo perfeito, era em tons preto e branco e acabava um pouco acima dos joelhos dela, o cabelo estava cuidadosamente apanhado e deixando descair algumas madeixas. Bill estava realmente focado em Jane.

- Estás linda. – esforçou-se para não gaguejar de tão abismado que ainda se encontrava.

- Obrigada. – a rapariga agradeceu e sorriu timidamente.

- Realmente muito bonito e tal… - Tom surgiu defensivamente ao lado da irmã e encarou o moreno à sua frente – podemos ir jantar agora? – quis saber e aquele casal desesperou.

O jantar correra quase como perfeito. Surpreendentemente Bill mostrava-se mais agradável com todos e até mesmo o próprio Tom começara a falar mais calmamente consigo, o que era uma evolução fantástica.

Havia começado a nevar, toda a paisagem que se tinha do exterior da casa era um mar de branco; Jane observava a neve da janela da sua varanda, havia ido ao seu quarto procurar por um casaco mas vendo aquela imagem de branco acabara por a cativar. Inspirou profundamente e do nada foi sobressaltada ao sentir um delicado deslizar de mão sobre seu ombro. Pestanejou e olhou aquela mão e por fim encarar o dono desta.

- Foi o próprio Tom que me disse para vir ter contigo e te chamar de volta. – Bill disse-lhe sorridente. Juntou seu peito às costas da rapariga e enlaçou-a com seus braços, apertando-a contra si pela cintura.

- Viste? – ela perguntou de súbito – Até que pode ser divertido o Natal em família. – riu-se

- Sim. – respondeu e depois procurou uma das faces da jovem e lá lhe entregou um beijo.

- Não imaginei que és tão carinhoso. – falou tímida

- Junto de ti sinto-me melhor, sinto vontade de ser atencioso e carinhoso. – explicou-lhe. Obrigou-a a girar para acabarem frente a frente e aí Bill pode satisfazer o desejo que tanto o atormentava naquela noite; o casal beijou-se.

- Aqui tens. – falou assim que terminou de beijá-la e entregou-lhe um pequeno saco de presente.

- …mas… - não conseguia expressar o que sentia com aquela surpresa da parte do rapaz.

- É quase meia-noite. – recordou-lhe enquanto tocava no seu relógio de pulso.

- Muito obrigada. – afastou-se e foi alcançar um presente que tinha sobre sua secretaria – Este é o teu presente. – disse sorridente. Aceitou o presente e pode sentir o quanto o seu coração palpitava comovido, Jane realmente estava a mexer com os seus sentimentos – Não me ia esquecer, claro. – recebeu um rápido beijo da parte dele – Abre. – pediu-lhe.

Bill desembrulhou o presente e sorriu abertamente quando viu um frasco de um dispendioso perfume surgir em suas mãos, um perfume bastante bom e que ele havia “namorado” um pouco na tarde que saíra às compras com a sua vizinha – Wow…

- Vi que gostaste e como sabia que não ias comprar por agora. – riu-se a corar.

- Muito obrigado Jane. – deu-lhe um novo beijo rápido – Agora tu… - indicou o seu presente a ela.

Achava estranho um presente num saco pequeno e tão bonito, nunca imaginara que Bill podia frequentar a loja da marca que naquele saco estava gravado. Abriu o presente com extra de cuidado; um pequena caixa e então um colar era apresentado entre o algodão de protecção. Um colar em prata fina, um pendente com a forma da inicial do nome dela estava lá, brilhante e realmente um peça bem trabalhada – Bill… - seu interior tremeu de emoção – é lindíssimo. – disse baixinho. O rapaz pegou no colar e fez questão de ser ele mesmo a coloca-lo em redor do delicado pescoço de Jane.

- Ainda bem que gostaste. Não sabia qual o teu gosto para coisas do tipo mas decidi arriscar. – falou próximo do rosto dela e voltou então a procura-la para um beijo, mais minucioso agora.
Não conseguia deixar de se sentir apaixonada por aquele moreno, havia caído completamente na sedução de Bill Kaulitz mas ver como ele se mostrava fiel e verdadeiro consigo, tranquilizava-a e deixava-a decidida a ficar próxima dele. O casal beijou-se novamente, sorriram entre beijos e por fim decidiram voltar para a sala onde a festa começava.

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