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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Inocente VS Playboy - Capitulo 16

por iamcarmen, em 25.07.14

 

Desculpa, Desculpa...eu sei que me atrasei por aqui mas eu ainda ando a ritmo lento. xD

Mas voltei e já trago um novo capitulo reeditado.

Fica Bem!

 

 

16º

Jane não se recordava de uma noite de Natal tão divertida, era impossível não estar sempre com um sorriso nos lábios e até Bill que era quem mais estava receoso acabava por se mostrar mais à vontade com todos os que ali estavam.
A mãe de Tom e Jane aproximou-se dos três mais jovens ali – Bem, pessoal jovem o pessoal mais velho vai para o baile de Natal. – anunciou-lhes. Não se mostraram muito surpreendidos.

- E então… - Tom incentivou

- E quanto a vocês? – quis saber

- Eu tenho ainda uma prenda de Natal em atraso para oferecer. – o mais velho informou prontamente e a mãe deste passou a olhar a filha mais nova.

- Eu vou ficar por casa. – disse à mãe e esta franziu o sobrolho

- Porque não vais sair um pouco, dar um passeio… - a mãe propôs-lhe

- Acho que opto mesmo por fi…

- Vens comigo. – Bill intrometeu-se de súbito e todos o olharam.

- Vou…onde…? – pestanejou ela de surpresa

- Já vais ver. – sorriu-lhe e logo tratou de unir sua mão à da rapariga.

- Está a nevar. – recordou-lhe ela – E… - Bill ignorou seus protestos

- A desculpa de teres frio não vai pegar. – olhou logo um casaco da rapariga que se encontrava no cabide.

- E vou indo antes que fique demasiado tarde. – Tom informou a mãe e logo se surripiou até próximo do moreno – Não penses que vais abusar… - tentou advertir mas Bill encarou-o sério.

- Descansa Tom, eu gosto demasiado da tua irmã para abusar ou fazer-lhe mal. – informou e o mais velho pareceu bloquear ao ouvir tais palavras. Jane voltou a se aproximar de Bill e logo olhou também o seu irmão.

- Que se passa? – sussurrou-lhes

- Nada. – Tom respondeu com cara de inocente e afastou-se rapidamente. Bill voltou a unir sua mão à daquela rapariga e sorriu-lhe confiante.

- Vamos? – questionou e Jane assentiu.

- Deixa-me só trocar de roupas, não irei demorar.

- Estás bem assim, Jane. – interrompeu-a e entregou-lhe o casaco. Para que não houvesse protestos logo saiu da casa da rapariga e a fez entrar em seu carro.

- Onde vamos? – perguntou assim que o viu tomar lugar de condutor

- Irei deixar-te com essa curiosidade até chegarmos. – fez sua língua estalar e inicio marcha.

Depressa Jane se apercebeu que o seu vizinho tomava caminho para fora da cidade, por momentos sentiu-se ameaçada mas depois recordou todas as provas de confiança que Bill já lhe havia demonstrado até aquele dia. A surpresa surgiu quando foram para a colina onde um observatório existia, um local sempre procurado por turistas. Bill parou o carro e logo o casal saiu deste;  a cidade brilhava e a vista sobre ela daquele lugar era realmente incrível, ainda para mais quando nevava timidamente como naquela noite. – Whoa… - ela deixou escapar, nunca ali fora à noite e ainda para mais numa noite de inverno.

- Desculpa por não ser adepto de cenas românticas, depois não percebo genuinamente nada disso. – Bill começou a falar enquanto ficava mais ao lado da rapariga – Mas julgo que isto é…algo próximo de romântico. – suspirou.

Jane sorriu animada e logo se juntou a ele, conseguiu rodear o pescoço do rapaz com seus finos braços e tomou ela a iniciativa de o beijar ardentemente.
Bill ficara surpreendido com a atitude intensa da sua vizinha mas apenas sorriu quando uma pausa surgiu apos o beijo.

- Muito obrigada Bill. E acredita… - corou com violência – tens realmente me dado muita alegria. Nem consegues imaginar. – confessou-lhe.

Abraçou-a com ternura e deixou um breve beijo na sua testa – Fico igualmente contente por estar a conseguir dar-te essa alegria toda, Jane.

- Ainda me custa a compreender. – confessou novamente – Como é possível teres mudado tanto.

- Culpa tua. – disse-lhe próximo dos lábios – Não me apetece falar. – voltou a sorrir e o casal voltou então a se beijar.

 

 - Repete novamente! – Gabi exigiu à melhor amiga – Ele levou-te onde?

- Tu ouviste bem, Gabi. – Jane gargalhou

- Ok. De certeza que estamos a falar do Bill, do mesmo Bill….o teu vizinho do lado, o próprio…

- Certeza absoluta. – piscou o olho à amiga.

- Ele deve ter ficado traumatizado com algo. – expos divertida – Talvez o teu irmão lhe tenha batido com demasiada força mesmo.

- Óh Gabi. – soltou um longo suspiro – Ele é tão… carinhoso, meigo, querido…. – falava com um ar extremamente sonhador.

- Para tudo! – pediu – Estás realmente a falar do Bill? – franziu o sobrolho e Jane afirmou convictamente – Choquei. – decidiu e olhou pela janela do quarto da sua melhor amiga, sua boca descaiu e elevou-se abruptamente, quase indo se colar ao vidro que dava para a varanda.

- Óh meu Deus! - gritou

- Gabi. – Jane murmurou assustada – Que foi?

- Holy Mary, mother of Jesus!

- Estas realmente a me assustar Gabi! - atirou

- Sheisse! - guinchou

- Gabi! – guinchou de volta

- O teu vizinho moreno está no quarto. – assinalou ela

- …e então… - elevou-se e começou a se aproximar também

- E então que ele está sem blusa. – sorriu marota e logo Jane apressou o seu passo até junto de si. Ambas se focaram novamente na imagem que tinham sobre o quarto do outro.
Bill andava de um lado para o outro, vestindo apenas as calças enquanto falava ao telemóvel.

- Óh meu Deus. – também Jane acabou por deixar escapar tais palavras.

Gabi apontou a amiga com seu indicador esquerdo – Tu…Tu… - respirou fundo – Minha vida. Sem duvida que tens um vizinho todo bom.

- Aquele cabrão fofo. – a outra deixou escapar. Gabi curvou o sobrolho e perguntou-se qual das duas seria mais parva.

- Eu preocupo mas tu… - estalou os dedos – andas doente, rapariga.

- Gabi. Observa. – indicou na direção de Bill algures às voltas pelo quarto e a sua amiga voltou a apreciar a vista privilegiada.

- Aquilo é muito mau caminho. – teve que admiti-lo. O súbito bater à porta daquele quarto e assim o surgimento de Tom fez ambas as rapariga voltarem costas automaticamente.

- Que guinchos são esses que fazem? – perguntou desconfiado. De imediato elas correram as cortinas.

- Nada! – responderam-lhe ambas mas Tom não parecia nada convencido.

- Explica-me porque raios o teu irmão não faz o mesmo que o outro? – Gabi questionou à amiga.

- Desculpa? Fazer o quê? – quis ele saber

- Gabi, Gabi…foca-te. – Jane pediu-lhe e um sorriso travesso surgiu

- Mas não faço o quê, como quem? – estava baralhado

- Mano, esquece. A Gabi anda a delirar ultimamente. – brincou Jane – Entretanto… - passou a empurrar a melhor amiga e Tom para fora do seu quarto, fechou-o e olhou-os sorridente – Tom faz companhia à Gabi que eu já volto. – anunciou isto e foi embora deixando irmão e amiga perdidos no meio do corredor.

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