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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Inocente VS Playboy - Capitulo 6

por iamcarmen, em 02.05.14

 

Olá!

Eu peço-te desculpa por a minha ausência nos útimos dias, mas uma série de confusões e uma dose extra de cansaço é a resposta (qualquer coisa de curiosidade tens sempre o meu blog pessoal ou diário) =P

Fica Bem!

 

 

 

 

O caminho até suas casas fora muito baseado em silêncio e pequenos olhares de relance da parte de Jane sobre o seu vizinho do lado; por sua vez, Bill fingia-se alheio aos olhares desconfiados daquela rapariga e tentava mentalmente imaginá-la vestida de um modo mais sensual e assim ele poderia pensar em como engatar Jane e assim ganhar uma certa aposta. Chegaram ás suas casas e Jane olhou aquele moreno demoradamente, ele mantinha-se atento aos movimentos dela.

 - Bem...até amanhã... – ela murmurou e baixou o seu olhar concentrando-se em seus pés.

- Então, até amanhã Jane. - sorriu Bill e então ele tomou a inesperada iniciativa e aproximou-se dela.

 - Sim até amanhã Bill! – a voz confiante e grave de Tom fez-se notar com aquelas palavrar proferidas de um modo frio. Bill conteve um sorriso de desdém e então olhou atrás de si, encarando o irmão mais velho de Jane.

- Olá. Tudo bem, Tom? – questionou o moreno o mais forçadamente possível, dando ideia de simpatia ao outro.

- Não preciso das tuas falsas palavras e muito menos olhar essa cara descarada. Por favor… - revirou os olhos – Adeus, boa noite. – fez-lhe sinal para que Bill seguisse rumo para sua própria casa e logo tratou de segurar a mão da irmã e arrastá-la atrás de si.

- Porque não demonstras um pouco de boa fé, Tom? – Bill inquiriu e o de cabelo entrançado olhou-o de sobrolho franzido – Podias perdoar-me? Jane perdoou-me. – suspirou

- Isso é porque a minha irmã é uma inocente, bondosa demais. – fungou Tom

 - Tom...- Jane chamou-o à atenção –Não sejas assim, além do mais o Bill tem estado a redimir-se.- sorriu com alguma ternura.

 - Isso é até que ele conclua o que quer. – Tom respondeu com esgar. Bill elevou as mãos em sinal de rendição e acenou suavemente a cabeça no sentido negativo.

- Boa noite. – terminou de falar e girando em si deu entrada na sua casa

- Antes não o suportavas e agora vens na sua companhia até casa. – Tom murmurou para a irmã conforme entrava na sua própria casa

- Não sejas assim Tom. O Bill tem sido simpático comigo ultimamente. – confessou-lhe

- Óh…  - o mais velho adoptou um tom de sarcasmo – espera só até ele recomeçar a te atormentar.

- Tão teimoso e desconfiado, tu. – ela condenou

- É a minha lei de sobrevivência! – defendeu de imediato

 - Mas não é a minha! – Jane disse e por fim acabou por ir para o seu quarto

Depois de deixar as suas coisas junto da sua cama, Jane foi até á sua varanda, precisava de sentir a suave brisa da noite e foi num momento de maior tranquilidade que ouviu a janela da varanda do quarto do Bill.

 - O teu irmão está mais calmo? – foi a primeira coisa que ele falou para Jane num sorriso amigavel

 - Tens que o desculpar, ele é como eu, custa confiar em ti.

- Eu percebo. – Bill perdeu o sorriso

 - Bem... – respirou fundo e espreguiçou-se – uma vez que já apanhei o meu arzinho… - gargalhou - vou "mergulhar" na minha banheira. – brincou e assentiu para o moreno.

 - Se quiseres companhia.. – o moreno ofereceu e Jane gargalhou novamente

- Bill, fingires de atrevido para mim não dá certo. – abanou suavemente a cabeça no sentido negativo

- Porquê? – quis ele saber

 - Não sou uma das tuas miúdas, atraente e de loucuras. – ela concluiu e Bill manteve silencio. Jane voltou para o seu quarto, disse adeus ao vizinho e correu as cortinas.

- Sempre podias deixar a porcaria das cortinas afastadas até podia ser que alegra-se a vista de uma pessoa. – barafustou ele para si

 

Bill focava-se no caderno e depois no livro de exercícios, curvava os lábios e então respirou fundo – Deixa ver se compreendi… - terminou aquele exercício em especial.

 - Boa! Tornas-te esperto. – Jane provocou divertida.

- Vejam a vizinha tímida a gozar com a minha cara. – falou com ironia e Jane riu-se. Ele simplesmente ficou encantado com aquele sorriso....os olhos azul safira dela brilhavam tanto, o estomago do rapaz pareceu encolher; a sua vizinha realmente era cativante.

- Bem, bem. – suspirou – Vou almoçar. Falamos depois. – elevou-se da cadeira

 - …espera... - agarrou-a delicadamente pelo pulso, Jane estudou o gesto e depois as feições dele.

- Amh..queres ir comigo a um local hoje, depois das aulas? – questionou com cautela

- Eu? – apontou-se – Contigo? Onde? – franziu o sobrolho

 - Óh, isso é segredo. – respondeu ele; Jane hesitava - Prometo que não vou arquitectar plano algum. – sorriu numa tentativa de a tranquilizar.

- A ideia assusta-me um pouco e acho que algo não está bem contigo. – encolheu os ombros – Mas está bem. Onde te posso encontrar de modo a evitar que te vejam junto de mim?

- Como? – mostrou-se confuso

 - Bill, tens estado a pedir a minha ajuda em segredo, tens medo das bocas dos teus amigos. – Jane terminou por falar. De repente a aposta que Bill aceitara tornava-se a coisa mais nojenta que ele fazia.

 - amh… no fim da rua... – ele balbuciou

- Ok. – sorriu para o moreno e foi embora.

 

 - E então Bill...vai em frente a aposta? – Fabian questionou-lhe do nada

 - Sim...claro. – suspirou sua resposta

- Parece-me que estás a perder. – Miguel cantarolou ao que o moreno respondeu-lhe com um elevar do dedo do meio.

 - Ja. Eu ainda não vi a “menina de cristal” rastejar por ti. – Tina comentou

- A rapariga é inocente demais. – Bill tentou defender

- Essas são boas! – Fabian falou e inclusive lambeu o lábio - Fazes o que queres e elas só pensam no amor eterno. - gargalhou

 - Também não abuses. – Bill voltou a defender

 - A “menina de cristal” deve ser um pitéu. – assobiou Rick - Bill vais comer uma virgem á grande! – animou-se

- Ah ah, fantástico – Miguel voltou a falar

 - Épico! – Fabian encarou Bill – Ela muito provavelmente espera o seu príncipe encantado, o Bill faz-se passar por um, come à grande, ela fica toda lixada...e depois dá-se conta que...caiu no maior golpe do ano! – Fabian fazia toda uma cena. Bill conteve uma careta de repugnância ao imaginar tudo o que o colega e amigo falava. Toda aquela sensação de repulsa consumia Bill ao máximo...tanto que nem conseguiu terminar o almoço.

- Fui. – anunciou rapidamente enquanto apanhava as suas coisas

- Onde vais? – Tina perguntou automaticamente

- Amh…tenho uma aposta para ganhar. – disse baixinho após engolir em seco

- É esse o espirito! – Rick quase gritou

 

As aulas da parte da tarde passaram rapidamente e do nada Jane já se via fora do edifício de aulas e a se dirigir para o final da rua.

Bill esperava ver Jane a qualquer momento chegar junto de si, sentia um pequeno nervosismo…ele dava voltas, recordando porque estava ali, relembrando a estúpida aposta...ia magoar a miúda sem o querer e naquele momento Bill dava-se conta que havia ganho um certo carinho por Jane.

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