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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vampire, Blood and Love - 16º Capitulo

por iamcarmen, em 23.03.14

 

O

 

 

16º Capitulo

Abriu a porta de sua casa a Neyma e logo recebeu um furtivo beijo da vampira, corou de imediato e deu espaço junto da porta para que ela passa-se. – Sr. Takeru. – a jovem vampira falou sorridente para o pai do humano da casa e o homem oriental respondeu-lhe com uma ligeira vénia e logo depois sorriu discretamente.

- Como estás Neyma? – perguntou o homem vampiro e a filha da Mestria manteve seu sorriso naqueles lábios cor de cereja.

- Muito bem. Sato tem me ajudado imenso com matérias que ele já conhece. – indicou então o que obrigou o humano a corar mais ainda naquele momento.

- Óh…sempre foi impressionante o quão o meu filho é inteligente. – comentou e logo fingiu suspirar – Consegues deixar o meu filho mais nervoso que o habitual, Neyma. – concluiu então e ela apenas sorriu de canto e logo entregou um rápido beijo na face esquerda do japonês, seu namorado.

- Um dos factores que o torna tão fofo no meu entender. – ela disse; James riu-se divertido e logo fez noção que iria sair de casa – De saída? – questionou a vampira.

- Sim. Clarisse está fora da cidade por uns dias, assuntos que a tua mãe a encarregou. – Neyma assentiu suavemente – Eu tenho trabalho para concluir ao longo da noite. – ajeitou seu casaco e logo colocou seus óculos – Bem…fiquem à vontade. Temos muito alimento novo. – olhou atentamente a vampira.

- Talvez até passe aqui a noite. – a filha de Abby avisou logo o pai de Sato. O humano continuava corado e inclusive desviou seu olhar do pai.

- Ficarei mais tranquilo até. – James indicou – Com esta confusão com os caçadores que se tem abatido pela zona do teu pai…vejo-me receoso que voltem a tentar capturar o meu filho. – falou e mentalmente recordava quando anos atrás caçadores de vampiros tentaram usar Sato como acesso a Clarisse. – Gela-me o veneno de cada vez que recordo isso.

- Fique descansado Sr. Takeru. – Neyma falou confiante – À muito que prometi mentalmente proteger o seu filho. – confessou e foi ver Sato surpreendido com tais palavras da vampira.

- Trata-me por James, por favor. – pediu o mais velho – Bom…divirtam-se e… - sorriu maroto – estudem também. – piscou o olho ao filho e saiu finalmente de sua casa.

- Tinhas que falar aquilo? – Sato questionou ainda corado.

- Aquilo o quê? – a vampira fez-se de desentendida enquanto puxava a mochila negra do ombro.

- De…provavelmente passares cá a noite. É suposto vires aqui apenas para estudar, não para dormir. – ele falou de olhos semicerrados. Neyma juntou-se a ele repentinamente, surpreendendo-o e fazendo-o ficar de olhos ligeiramente arregalados.

- Como se tu me fosses negar lugar para dormir na tua casa, né. – ela provocou

- Começas a ficar muito confiante de ti mesma, não achas? – ele provocou-lhe de volta.

- Não me coloques à prova Sato. – ela avisou-o lentamente e logo juntou seus lábios aos dele, exigindo-lhe um beijo minucioso.

- Vais dizer-me que inventas-te essa duvida na matéria para vir à minha casa esta noite, Neyma? – o japonês quis então saber logo que seus lábios soltaram os da vampira.

- Creio que nunca saberemos. – riu-se ela. Sato acabou por abraça-la por detrás e dar-lhe um novo beijo mas agora no pescoço esguio da mulher. – Para onde me dirijo? – perguntou-lhe com doçura.
O humano indicou-lhe um arco que acedia a uma segunda parte daquela sala de entrada, atravessaram-no e logo ela foi empurrada suavemente pelo corpo de Sato até chegarem junto de uma porta aberta onde logo Neyma confirmou ser um quarto, provavelmente o do namorado.

- Nem tenhas ideias. – ele advertiu-a assim que notou aquele sorriso sacana nos seus lábios.

- Que te faz pensar que estou com…ideias… - ela provocou quase num ronronar.

- Baseando-me no que Jesse fala de ti. – o rapaz disse divertido

- Aquela bicha só sabe difamar-me, ok. – ela recordou-lhe e logo o casal acabou por gargalhar.

Aquele quarto não era tão espaçoso quanto o de Neyma mas também ali existia uma cama de casal unida a uma estante de madeira escura onde existiam duas compridas prateleiras e livros e outras coisas mais pequenas existiam, existia uma mesa de secretária em conjunto com um grande guarda-roupa do mesmo tipo de madeira que a cama e estante, todo o chão era alcatifado em creme, o olhar de Neyma faiscou de animo quando notou um expositor que nele se via uma espada de Samurai, o punho desta estava gasto portanto era uma arma que era utilizada, a bainha que ocultava a lamina era fascinante pois era decorada em “vamis”; por fim havia uma aparelhagem alta e fina que ficava junto da janela grande do quarto que agora ficava oculta com os cortinados em tons azul escuro e vermelho. – Usá-la? – a vampira perguntou assim que de um ápice se juntou à espada exposta.

- Sim. Meu pai é um excelente manuseador de espada samurai. – Sato constatou – Depois de caça me tentarem apanhar para chegar a Clarisse ele começou a se dedicar mais a me ensinar. – olhou a espada

- Foi ele quem te ensinou “Vamis”? – quis ela saber

- Clarisse quem me ensinou. Aparentemente ela e o teu pai aprenderam “vamis” na mesma altura. – sorriu vagamente e a vampira assentiu.

- Porquê o interesse em “Vamis”? – perguntou-lhe antes de o encarar

- Acho uma linguagem fascinante. Uma vez que tenho extrema facilidade em aprender coisas… - encolheu os ombros – achei justo não se perder “Vamis”.

- …humm…vai que um dia que sejas vampiro queiras ensinar a língua ancestral dos vampiros. – estalou a língua e Sato corou depois de ouvi-la falar tal coisa – Pensas realmente em ser transformado…não é assim? – falou baixinho e começou a se reaproximar do oriental.

- Sim. Como te disse anteriormente… - engoliu em seco pois a vampira estava já muito próxima de si e seus olhos castanho avelã pareciam ter um efeito hipnótico no humano – Clarisse ou o meu pai irão transformar-me depois de concluir o curso de Medicina. Talvez…daqui a um ano já faça parte da tua sociedade, Neyma. – concluiu com alguma dificuldade em se concentrar em suas próprias palavras.

- Não quero sequer pensar em perder-te. – ela confessou-lhe próximo dos lábios – Ambos sabemos a diferença entre vampiro e humano. – inspirou lentamente o aroma de O+ do rapaz e acabou por humedecer seus lábios.

- Depois não mais terei este aroma que te tenta. – recordou-lhe. Neyma juntou suas mãos ao rosto dele e acabou por lhe exigir um beijo minucioso, suas línguas começaram a se tocar suavemente e tanto vampira como humano se entregaram ao prazer daquele beijo intenso.

- És tu quem me importa mais. – ela acabou por falar assim que afastou seus lábios dos dele.

- Agora. – Sato falou com uma fraca voz – Sei lá. – acabou por encolher ombros, a rapariga afastou-se um pouco de si e encarou-o – És uma vampira jovem normal que desejes conhecer mais e ter outro tipo de…novas experiencias.

- Sato. – fingiu respirar fundo – Não gosto de pensar a longo prazo. – revelou – Aproveitamos o que temos agora, certo? – ele deu um tímido sorriso e assentiu – Como disse: és tu quem importa mais. – sorriu de canto e voltou a trocar beijos com aquele humano que tanto a atrai.

*

Passava pouco das 22h daquela noite que quinta-feira, Neyma concentrava-se nos resumos que Sato lhe ajudara a fazer e daí estudar junto com ela. O dono daquele quarto voltou a este e logo colocou um copo alto e largo de sangue sintético sobre a mesa secretária onde Neyma lia seus resumos. – É de grupo B. – Sato revelou à vampira – Os vampiros da casa ainda não compraram do tipo O este mês. – sorriu debilmente e a morena agradeceu-lhe com um aceno.

- E tu? Não comes? – perguntou-lhe antes beber um gole do seu alimento liquido.

- Comi na cozinha. Beber é uma coisa…comer comida não liquida é outra num quarto. Meu pai é rigoroso em alguns costumes.

- Por isso que demoras-te mais tempo. – ela concluiu e acabou por fechar o livro que Sato lhe havia emprestado. – Creio que vou bem… - olhava os rascunhos sobre a secretaria – Tens ajudado imenso. – ele anuiu e logo se juntou à aparelhagem e do médio expositor de Cd’s retirou uma caixa em especial e mostrou-a a Neyma, ela gargalhou e afirmou com um gesto de cabeça – Graças a ti tenho ouvido mais de musica japonesa. – informou-o enquanto ele ligava a aparelhagem – Tenho descoberto sons fantásticos. – admitiu e sorriu discretamente quando a primeira musica do Cd se começou a ouvir.

Observou aquele rapaz por vários segundos enquanto este se espreguiçava suavemente o que lhe conferiu uma imagem sedutora; a vampira humedeceu seus lábios e conteve um breve gemido quando Sato acabou por se sentar à ponta da cama. – Sato. – ela falou num murmúrio e logo aqueles olhos castanho escuro se focaram em si; de um ápice a jovem mulher se juntou ao humano e o obrigou a descair de costas sobre a cama, ele acabou por juntar suas mãos à cintura da morena e esta colocou-se deitada sobre si.
Beijaram-se de modo ansioso e rapidamente Neyma colocou suas mãos em contacto com a pele das laterais do homem, dando mais entrega aos beijos que trocavam entre si e logo se sentido a ficar excitada com o toque quente daquele corpo masculino.

Sato soltou um pigarrear quando aquela jovem mulher decidiu desprovê-lo da sua blusa, deixando-o em tronco nu para si e logo unindo seus lábios ao peito dele, deixando um rasto suave de beijos por sua pele e aproveitando para deixar igualmente varias caricias pelo seu corpo; Neyma prendeu-o pela cintura com suas pernas, elevou o tronco e rapidamente as mãos do rapaz alcançaram a ponta da t-shirt que ela vestia, depressa igualmente a desproveu da peça de roupa, acariciando-lhe de passagem os seios e fazendo-a ficar mais desejosa por si.
A ânsia dos beijos tornava-se maior e foi então que a vampira teve que sorrir satisfeita assim que Sato optou por tomar liderança nos gestos, prendendo-a contra a cama e podendo entretanto sentir a crescente excitação física do oriental; ela gemeu roucamente quando Sato decidiu tocar e lamber seus seios até contornar de modo arrepiante e à vez os mamilos da rapariga enquanto a desprovia do sutiã lilas; ambos ofegaram e depressa passaram a se livrar entre beijos e caricias do resto de suas roupas.

O corpo da vampira reflectia o calor do próprio corpo de Sato, o rapaz fez suas mãos deslizarem de modo possessivo pelo corpo da morena ao que ela respondeu com vagos espasmos de prazer, beijavam-se com breve intervalos para que Sato nã0 perdesse folego pois ele respira ao contrario da sua namorada. Neyma começou a entrelaçar suas pernas com as do rapaz e não conteve um novo gemido rouco quando se sentiu a ser penetrada, arrastou suas mãos pelas costas firmes do oriental e apertou fortemente os dedos nestas; os movimentos começaram a ser sincronizados, energéticos e intensos…Neyma julgou enlouquecer de prazer. O humano movia-se de modo impressionante e isso fazia a vampira ansiar por cada vez mais daquilo.
Conhecia os benefícios do sexo mas nunca se entregara tanto como o fazia naquele momento a Sato; cerrou seus dentes e gemeu de gosto o aroma do sangue do humano tornava-se mais notável devido ao máximo afluente deste. Neyma conteve um guincho de gosto e acabou por elevar seu tronco, quase ficando assim sentada ao colo do rapaz o que aumentou a profundidade das investidas das quais era algo, seu corpo tremeu contra o de Sato e sentia-se no limite da sua resistência, queria tudo, tirar todo o proveito daquele momento com o namorado.

Empurrou-a de volta contra a cama e sorriu docilmente, Neyma viu algo faiscar no olhar daquele homem e gemeu, tentou alcançar-lhe os lábios mas Sato impediu-a – Sato. – falou chorosa e foi então que o humano a fez girar na cama, Neyma sorriu marota a acatou o pedido gestual do parceiro…acabando por se colocar de quatro e logo voltar a ser penetrada, de novo com toda aquela energia enlouquecedora e até ao limite suportado pelo corpo da vampira; arranhou a colcha ou pelo menos fez gesto de tal, gemeu alto e arrepiou-se quando Sato deslizou uma das suas mãos ao longo das costas femininas. Ele queria enlouquece-la de prazer? Aquele estudante de medicina parecia saber onde tocar exactamente no corpo de uma mulher e do modo mais perfeito. A morena perdeu forças dos seus braços e fez um esforço incrível para conter seus instintos vampíricos.
O peito de Sato tocou suas costas e logo beijos sobre sua pele suave foram sentidos, conteve um grito quando foi penetrada de um modo mais brusco e apertou a colcha com suas mãos; Sato afastou sua mão direita da anca da mulher e deixou-a descair de peito contra o colchão mas apenas para que ambos voltassem a mudar de posição.

Segurou-a suavemente pelo pescoço e voltou a exigir à mulher que girasse uma vez mais naquela cama, ainda a segurando pelo pescoço Sato acabou por beijar e lamber a pele nessa zona enquanto retomava a penetrações. Ele era bom demais naquilo e isso começava a colocar a vampira demasiado excitada e quase a enlouquecer de gosto. Viu como o rapaz lhe sorria, como seus cabelos castanho quase cobre descaiam em frente e ocultavam parcialmente o seu olhar; a vampira não conseguiu suportar mais e Sato parecia preparado para ela. Neyma fez uso da sua força sobrenatural para empurrar o namorado contra a cama e logo um som de estalo se fez ouvir, o humano ofegou e recebeu um beijo suave nos lábios enquanto voltava a se unir aquela mulher de novo; a imagem intimista da vampira chegou a arrepia-lo de modo positivo e finalmente sentiu sua pele do pescoço a ser lacerada pelos caninos da namorada. Assim o casal alcançou em conjunto o cumulo do seu prazer.

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