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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vampire, Blood and Love - 17º Capitulo

por iamcarmen, em 28.03.14

 

 

17º Capitulo

Moveu-se timidamente naquela cama de humanos e logo sorriu inconscientemente ao sentir que ainda era abraçada por Sato, que este se encontrava ainda nu junto de si, igualmente nua. Salivou e podia sentir o gosto do sangue do rapaz ainda dentro de si, olhou para seu lado e sorriu novamente para aquele belo japonês adormecido.
Algo fez seu corpo tremer interiormente, sentiu a presença de alguém da sua sociedade próximo daquela casa e claramente não era nem Clarisse nem James. Com cautela saiu da cama e correu habilmente até junto da janela, transformou-se para poder ver algo no meio daquela escuridão da noite e espreitou timidamente à janela, não poderia mostrar mais que seu rosto visto que ainda estava nua. Procurou o aroma do vampiro ou vampira que estava próximo dali e fora o latir de um cão num jardim ao lado da casa dos Takeru não se ouvia mais nada; semicerrou seus olhos assim que notou um rápido volto a passar debaixo de uma luz de rua, sem duvida que era alguém vampiro que circundava por ali mas o aroma e a presença, Neyma não reconhecia. – Neyma… - a voz ensonada de Sato obrigou a vampira a fechar totalmente os cortinados de novo. O japonês acendeu a luz de presença que ficava na estante incorporada com a cama e elevou depois o tronco a fim de encarar a morena – …que se passa? – perguntou antes de bocejar.

- Senti alguém dos meus por aqui. – ela informou-lhe e logo voltou a se deitar naquela cama e junto do companheiro – Alguém que não conheço. – admitiu então.

- Muitos vampiros novos tem aparecido nas ultimas horas. Provavelmente mais um membro da família Kaulitz. – ele disse e Neyma acatou a possibilidade – A família do teu pai sabe quem tu és? – quis saber.

- Muito poucos. É uma família grande mas nem todos tem que saber…para já. – concluiu ela.

- Se calhar é algum que sabe quem és e o teu pai ou mãe pediu para te manter em segurança. – sorriu vagamente – Algo do género, não achas?

- Duvido mas é uma possibilidade. – a vampira acabou por falar – Não interessa…sou a única vampira nas proximidades agora. – beijou-o apos falar isso. Sato puxou-a de volta para si, envolvendo-a em seus braços e suspirando pesadamente.

- Neyma… - tentou adverti-a já que esta começava a acariciar sua pélvis e claramente queria tocar seu sexo de seguida.

- Não posso nega-lo. – ela explicou-se e logo procurou um novo beijo dele – Surpreendeste-me anteriormente. – sussurrou contra a curva do seu pescoço e depois sorriu satisfeita por voltar a sentir a crescente dureza da excitação do humano – Estamos a ficar animados. – sussurrou-lhe de novo.

- Culpa tua, vampira. – ele resmungou fracamente e logo recebeu o corpo dela em cima do seu, beijaram-se com urgência e rapidamente Neyma se posicionou correctamente e fez por ser penetrada; daí tomou controlo dos movimentos cavalgantes.

*

Tom nem levou o seu copo de sangue natural aos lábios pois o súbito surgimento de Neyma na cozinha fez suas acções ficarem em suspenso – Bom dia filha. – o de tranças falou com algum sarcasmo – Podias pelo menos avisar que dormirias fora de casa. – fingiu um suspiro pesado.

- Andam a me observar. – Neyma anunciou bruscamente e Tom acabou por pousar o seu copo sobre a mesa – Pediste a alguém que o fizesse por precaução? – quis ela saber

- Não. – Tom respondeu-lhe rapidamente – Como podes ter a certeza que te andam a observar?

- A noite passada alguém esteve atento à casa de Sato. – ela informou e logo alcançou o copo do seu progenitor e bebeu um pouco de alimento.

- Pode ser alguém atento ao teu…namorado. – tentou explicar ele

- Não. Fosse quem fosse eu não reconheci sua presença e quando notou que era observado fugiu. – terminou de dizer

- Duvido que alguém seja teu fã a esse ponto. – Tom comentou antes de encolher os ombros – Fica atenta. É tudo o que te posso dizer, Neyma. – retirou o seu copo das mãos da filha e bebeu todo o sangue neste de um gole apenas.

*

Parou de treinar naquela floresta privada, área pertencente à família de Tom assim que sentiu de novo aquela presença da noite anterior. Transformou-se e olhou de relance para trás, tempo suficiente para esquivar-se a uma bomba de ar que a aquela presença nova lhe lançou. – Que raios!? – Neyma fungou antes de girar em si e encarar a área de onde a havia atacado – Quem és tu e porque me atacas, infeliz? – gritou, aparentemente, para as arvores. Pássaros iniciaram voo e logo um vulto mostrou-se entre o arvoredo, Neyma arreganhou seus dentes e logo viu aquele vampiro ou vampira mover suas mãos de um modo giratório e remoinhos de ar atacaram a morena.
Recuou mas não evitou ser apanhada, fosse quem fosse era hábil; foi novamente atacada pelos remoinhos e cruzando os braços em “X” à frente do seu rosto a filha da Mestria defendeu-se de golpes que meramente acabaram por arranhar a pele dos seus braços. Queria disputa iria recebe-la.

Bateu o pé impaciente no chão coberto de ervas e logo fez um gesto como se acabasse de lançar uma bola de Bowling contra quem a atacava, uma força violenta de ar criou-se e alcançou o adversário de Neyma. – Mostra-te. – rosnou e focou melhor o vulto, pelas roupas e corte curto de cabelo era um vampiro.

O tipo ripostou o seu ataque e logo saltou alto, sons de combate saíram de sua garganta, som que incomodou a vampira morena e por pouco ela não se agachou com a força do som grave que o vampiro deixava escapar da sua garganta. Mal o vampiro tocou no chão correu como um louco em direcção da filha de Tom e ela foi apanhada de surpresa pelo embate corpo a corpo, gritou irritada e agarrou-se como pode ao corpo do adversário, lançou uma dentada ao que apanhou do ombro deste e o homem gritou de dor.
Cuspiu o pedaço de carne que arrancara do ombro do vampiro e riu-se sadicamente, depois afastou-se daquele corpo e pontapeou-o nas costas; o vampiro acabou por cair de joelhos, arrastando-se inclusive e cortando seus joelhos. – Bill treina-te bem. – foi o que Neyma ouviu daquela voz masculina e grave. Correu para trás e acabou por encarar o adversário.

Claramente era um vampiro de aparência mais velha que ela própria, cabelos castanho claro quase loiro, olhos fundos e cinza, lábios grossos, nariz médio e uma cicatriz de tempo humano dele notava-se na base do seu queixo rectangular; o vampiro sorriu revelando seus dentes imaculadamente brancos. Neyma fungou e o homem aproveitou para unir suas mãos como segurando uma bola entre estas e lançar uma bola de ar contra o estomago da jovem mulher; a morena acabou por embater violentamente contra uma pedra de tamanho considerável o que lhe valeu o partir de várias costelas que rapidamente começaram a sarar assim que a vampira se elevou e começou a lançar bolsas de ar contra o adversário. – Quem és tu, vampiro? Porque me atacas? – ela gritou irritada e gritou mais ainda assim que recebeu resposta do outro; saltou de modo pouco ortodoxo pelo chão e acabou de mãos apoiadas no chão, agachada como um felino pronto a atacar. – Maldito sejas! – ela protestou.

O vampiro soltou um novo som agudo e começou a atacar às cegas a jovem vampira. Neyma esquiva-se com certa dificuldade uma vez que os ataques eram seguidos e não lhe dava para defender ou simplesmente encontrar um local mais seguro para poder ripostar.
Ele atacava-a sem noção do que o rodeava e a filha de Abby iria usar isso a seu favor, correu contra os ataques do adversário, recebendo muitos de frente e assim sentir seu corpo quebrar-se interiormente ou simplesmente rasgar-lhe pele e libertando sangue que bebera nas ultimas horas; uma chicotada de ar alcançou-lhe o rosto e a vampira acabou por cair pesadamente contra o chão, guinchou estridentemente e estava capaz de matar aquele vampiro à dentada de momento. – Quem julgas tu ser para atacar assim uma cria de Tom Kaulitz? – Neyma falou irritada e acabou por retomar corrida e rapidamente cravou seus dedos no estomago do vampiro, este gritou horrivelmente e acabou por descair de joelhos o que Neyma aproveitou para lhe partir o nariz com uma joelhada, antes que o homem recuperasse de ambos os ferimentos a vampira bateu palmas e assim o ar comprimiu o corpo do seu adversário e este acabou por cair de costas no chão; a jovem vampira abriu sua mão direita e a pouco e pouco começou a fecha-la, aprisionando assim o outro com a força do ar, o homem contorceu-se violentamente no chão remexido da batalha e fechou os olhos assim que o ar lhe apertou mais a traqueia – Quem te mandou? Que queres? – ela ordenou notoriamente irritada.

- Neyma! – a voz de Abby trouxe-a de volta a si mesma, rosnou e libertou o adversário. Recuou contrariada e viu a sua mãe surgir a seu lado juntamente com Alinne. A namorada de Bill chicoteou o vampiro deitado no chão com o ar e logo a Mestria cravou o salto de um dos seus sapatos negros no peito do homem, este fez uma careta mas não adquiriu forças para gritar de dor ou demonstra-la de outro modo. – Quem és tu? – Abby perguntou-lhe confiante – Porque atacas um elemento da minha família? – quis saber e o vampiro não lhe respondeu.

- Abby! – Alinne gritou furiosa assim que viu um sem numero de caçadores de vampiros a surgir por entre as arvores – Caças de merda! – gritou irritada e então varreu o terreno em redor com uma corrente de ar que criou quando girou como uma bailarina de ballet. Neyma baixou-se ligeiramente para evitar ser apanhada por aquele ataque da namorada seu padrinho e então viu uns oito caçadores demasiado perto de si e da mãe.

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