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iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vampire, Blood and Love - 19º Capitulo

por iamcarmen, em 02.04.14

 

O

 

 

 

19º Capitulo

Observava-a em silencio, ela dormia tranquilamente na sua camara frigorifica, um descanso merecido e justo para si mesma, sorriu debilmente e afastou-se dali voltando para junto da cama e sentando-se à ponta desta; soltou um rápido suspiro e viu que alguém abria em silencio a porta do quarto, sobressaltou-se e lançou a mão ao candeeiro para poder apagar a luz mas ver cabelos entrançados descaídos sobre uns ombros masculinos e assim um peito desnudo obrigou-o a reconhecer Tom Kaulitz. O vampiro olhou brevemente o humano e nada falou, logo ficou junto da camara da filha e observou-a demoradamente; Sato moveu-se incomodado e elevou-se da cama, aguardando algumas palavras do outro.
Olhou atrás e estudou aquele humano, claramente, nervoso com a sua presença ali, conteve a vontade de revirar os olhos e logo juntou-se ao namorado da sua filha. – A..Algum…problema? – Sato inquiriu inquieto

- Nenhum. Apenas não consegui dormir. – fingiu suspirar – Suponho que já tenhas dormido com a minha filha. – o vampiro falou baixinho e o humano ali arrepiou-se interiormente e ficou mais incomodado ainda assim que os olhos castanho avelã de Tom se focaram nas duas marcas de caninos existentes no seu pescoço. Sato engoliu em seco e o mais velho conteve a vontade de rir de súbito. – Não precisas de me temer tanto assim, Sato. – indicou – Se tentasse afastar-te de Neyma ou algo do género…a minha cria renegava-me ou então armava uma confusão que não lembra a ninguém do inferno. – semicerrou os olhos – Tal e qual a mãe. – soprou impaciente – És importante para Neyma e isso basta-me, rapaz. – salivou – Teu sangue dá-me fome. – comentou então e encolheu os ombros depois – Dorme bem. – falou baixinho e assentiu para o humano indo então embora daquele quarto.
Sato acabou por perder forças e cair pesadamente na cama, respirou de alivio e admitiu que talvez o líder da família Kaulitz já simpatizasse realmente consigo.

*

Agradeceu o pequeno-almoço que o mordomo da Mansão Kaulitz lhe havia preparado e logo regressou ao quarto de Neyma; entrou sem se fazer anunciar pois julgou que a vampira ainda dormisse mas acabou por encontra-la a terminar de sair da sua camara frigorifica. – Já acordada. – falou sem pensar e sorriu com carinho.

- Deixei de te sentir no quarto. – a morena respondeu-lhe e rapidamente se juntou ao japonês, abraçando-se automaticamente a este e escondendo o rosto na curva do seu pescoço – Perdoa-me por ontem. Podia ter-te morto ou assim… - tremeu entre os braços do rapaz.

- Havias entrado em carência Neyma e não sabias do problema que sangue estragado causa em humanos. – Sato falou compreensivo – Não te preocupes com isso. – sussurrou-lhe e afagou-lhe os longos cabelos negros – Assustou-me tanto quando vi aquela maldita estaca cravada em ti. – confessou-lhe então – Por favor…tem muito cuidado. – pedinchou.

- Sim, eu terei. – afirmou-lhe e logo procurou seus lábios; o casal acabou por se beijar.

*

Aquele dia de sábado foi ocupado com Neyma de volta aos seus treinos mas agora com a presença assídua do seu progenitor e trocando treinos violentos com Bill. Sato mostrava-se abismado com as forças e agilidade da vampira mais nova, conhecia muito dos poderes de vampiros mas sem duvida que a filha da Mestria era uma raridade.
Tom espreguiçou-se lentamente e acabou por escorregar pelo tronco da arvore e ficar sentado lado a lado com o namorado da filha, o humano continuava abismado e não conseguia deixar de se mostrar muito atento ao que conseguia acompanhar a nível visual daquele combate de treino. Bill escorregou pelo chão ainda revolvido da batalha do dia anterior e sorriu de canto assim que um fino fio de sangue escorreu do canto dos seus lábios, limpou-se com as costas da sua mão e logo o golpe estava sarado. – Vampiros mais antigos curam-se mais depressa? – Sato inquiriu inconscientemente ao ver que os golpes em Neyma levavam mais tempo a sarar que os do seu padrinho.

- Sim. Os nossos poderes desenvolvem-se…só param quando atingimos os 400 anos. – Tom explicou-lhe – Claro que Abby é nova em comparação comigo ou Bill mas… é Mestria portanto…

- …tem a mesma capacidade de combate e de poder que tu, por exemplo. – Sato interrompeu e o de cabelos entrançados sorriu-lhe brevemente e assentiu.

- Mais uns anos e atinge o mesmo nível que o Bill. – acabou por informar ao humano. Fingiu respirar fundo quando viu um remoinho notável circundar a sua filha, tudo em redor parecia mover-se e claramente Neyma estava a se vingar do acontecimento da sexta-feira naquela tarde. – É isto que ela não controla… - Tom murmurou e subitamente o ar ficou pesado e Sato viu dificultada a tarefa de respirar bem, pedaços de terra solta começaram a girar como piões e galhos grossos de arvores “atacaram” Bill, o moreno riu-se satisfeito e começou a pontapear e esmurrar galhos, cortando suas mãos mas evitando levar com eles no rosto e peito. – Neyma. – Tom balbuciou e a filha ignorou-o, seus olhos pareciam faiscar. Os restos de troncos de arvore que Alinne e Abby haviam estilhaçado no dia anterior foram elevado com o remoinho de vento e subitamente pareciam descontrolados.

- …ah sheisse… - Bill gritou quando acabou por cair do chão com um golpe brusco. Tom colocou-se de cócoras e rapidamente colocou-se à frente de Sato a fim de impedir que o humano fosse magoado. O japonês encolheu-se e baixou a cabeça, o vento era forte e algo fez o corpo de Tom quase embater contra si.

Sato atreveu-se a espreitar rapidamente e só viu Bill a se elevar e fazer um gesto de murro contra a afilhada, Neyma guinchou e caiu no chão, quase se enterrando entre os pedaços soltos de terra; desviou o olhar e viu Tom a olhá-lo nos olhos e sorrir de canto, tanto que o piercing do qual faz uso no lábio inferior moveu-se ligeiramente, por fim o de tranças afastou-se do humano e sacudiu a t-shirt. – Tens que aprender a controlar essa fúria, filha. – disse então. A vampira lançou injurias e acabou por se elevar.

- Desculpa. – gritou ela para Sato e este conteve uma gargalhada – Não evitei recordar-me de ontem. – defendeu-se.

- Sim, irrita qualquer um. – Bill falou – Mas essa fúria toda pode ser prejudicial para inocentes próximos. – apontou Tom e Sato – Se não fosse o teu pai…por esta hora aquele humano estava um pouco… - franziu o nariz – machucado. – suspirou ficticiamente.
Neyma revelou-se chateada por falta de controlo e por ter colocado mais uma vez o namorado em perigo; agachou-se e soltou o cabelo, vento frio parecia querer cortar pele e o anunciar de chuva fez Bill e Tom reunirem-se, pronto a ir embora para casa – Vamos? – o mais velho dos vampiros perguntou.

- Eu vou já… - a filha de Tom respondeu baixinho. Bill olhou o céu subitamente escurecido e sorriu rapidamente.

- Como queiras. – acabou por falar e puxou o amigo pela ponta da t-shirt – Não correm riscos. – falou assim que passou por Sato, que por seu turno caminhava ao encontro da namorada.

O vento frio agitava-lhe os cabelos e fazia-o tremer mas mesmo assim Sato ignorou esse incomodo, acocorou-se ao lado de Neyma e nada falou, apenas a olhou cabisbaixa e já de cabelos bagunçados e a lhe ocultar parte do rosto. – Tenho poder, sei disso. – Neyma começou por falar – Basta que sou filha da Mestria e o meu pai é um dos grandes da sociedade. – suspirou ficticiamente – Não gosto de pensar num alto estatuto para isso…mas… - puxou o cabelo para trás e voltou a revelar seu rosto a Sato – sei que preciso de me aplicar muito e mais tarde entre o ser médica e ajudar a Mestria, tenho que ter…

-…uma posição imponente. – o humano concluiu-a – Só pode existir um Mestre ou Mestria…e se existem herdeiros directos, esses tem que ajudar o máximo que podem. – comunicou baixinho – Sei disso tudo. A tua mãe só agora é que sabe controlar melhor o seu poder e porque o teu pai tem estado a seu lado. Normal que tu de inicio não controles esse poder. – juntou a ponta de seus dedos ao queixo da jovem vampira e focou-se naqueles seus olhos castanho avelã.

As primeiras gotas de chuva começaram a cair dos céus, rapidamente molhando aquele casal mas nenhum se movia, focavam-se atentamente e pareciam explorar a alma de cada um desse modo. – Sabes que te adoro, certo? – foi Neyma quem quebrou o silencio.

- Já o desses-te. – respondeu-lhe

- Tu acalmas-me, sabes compreender-me e ao mesmo tempo ajudar-me. – a vampira sorriu. Seus longos cabelos negros emolduravam-lhe o rosto, colados à sua pele; o casal estava a ficar ensopado mas não queria dar importância a tal factor tão mínimo em comparação com aquela onda de sentimentos que os envolvia. – Não quero mesmo perder-te Sato. – murmurou e logo uniu seus lábios aos do rapaz, um beijo lento mas explorador acontecia debaixo daquela chuva que já começava a ficar mais intensa.
Terminou o beijo e logo a vampira se elevou, Sato acompanhou-a e olhou rapidamente o céu escurecido.

- Melhor irmos. Eu fico doente ao contrario de ti. – constatou. Neyma entrelaçou sua mão com a do humano e este voltou a olhá-la fixamente.

- Vamos. – falou sorridente. Felizmente a Mansão Kaulitz não ficava muito longe daquela clareira, mas nunca a vampira fez uso dos seus poderes para se apressar a chegar em casa…iria acompanhar como uma mera humana aquele japonês pelo qual se encontrava loucamente apaixonada.

*

Entraram na casa da vampira e logo esta foi informada que nem pai nem padrinho se encontravam nesta e por seu turno Abby andava em reuniões importante; assim que Sato espirrou timidamente a morena apressou-se logo a puxá-lo consigo para seu quarto, a fim de secarem os corpos.

Entraram a rir no quarto devido a algo que tinham comentado de caminho, assim que o humano fechou a porta daquele espaçoso quarto…a morena embateu contra si, comprimindo-o contra a porta e atacando-lhe quase de imediato os lábios. – Ney… - Sato tentou falar mas a vampira não lhe deu oportunidade; ofegou e logo as delicadas mãos da sua companheira lhe puxaram o casaco que vestia, atirando-o ao chão com impaciência. Uniu as mãos às faces de Neyma, chupou-lhe o lábio inferior e até mesmo chegou a trincar suavemente, a jovem mulher gemeu e depressa invadiu a blusa que ele vestia, percorrendo sua pele molhada da chuva e arranhado um pouco só para o provocar.
Sorriu de um modo sacana assim que notou que o desejo físico do homem se formava dentro de suas calças e ficava duro como pedra; afastou-se um pouco do corpo do namorado e ela mesma despiu sua própria blusa para logo fazer o mesmo à blusa de Sato; ele pigarreou e logo agarrou a mulher pelas nádegas e obrigou-a a sentir mais sua excitação.

- …óh Sato… - ela gemeu roucamente e foi apenas o tempo para que o humano se afastasse da porta do quarto e a encaminhasse de costas até chegar à cama; desesperada por sentir mais, Neyma acabou por afrouxar o cinto que o namorado fazia uso nas calças escuras, desabotoou os botões desta e rapidamente colocou sua mão direita em contacto com o membro masculino do rapaz. Deslizou a língua rosada por entre lábios e Sato quase perdia a compostura; gemeu vagamente quando a vampira apertou-lhe o pénis e lá inseria a mão totalmente em contacto com este.
Abriu o fecho frontal do sutiã que Neyma usava e suas mãos apoderam-se de cada seio desta, excitando-a com delicadas e arrepiantes caricias; ela mostrou-se ofegante e quando os lábios salientes daquele homem tocaram um dos seus mamilos ela sentiu-se insuportavelmente excitada.

Descaíram sobre a cama e rapidamente seus corpos ficaram totalmente desnudos, o toque agora quente do corpo do humano colocava aquela vampira ainda mais delirante por si; sentiu-se a ser penetrada por dois dos dedos daquela jovem homem, gemeu de prazer e fechou os olhos. Sato era hábil isso estava mais que comprovado. Foi beijada de um modo possessivo, uma paixão enorme…algo complicado de se explicar mas era assim que Neyma se sentia viciada naquele humano de 24 anos de idade.
Os dedos foram trocados pelo membro masculino palpitante e logo a morena cravou suas pequenas unhas nas omoplatas do companheiro, este gemeu baixo e dos lábios da vampira arrastou beijos até ao seu pescoço e brevemente peito; penetrava-a em fundo o que a colocava cada vez mais próxima do penhasco do prazer. Comprimiu fortemente seus lábios para impedir-se a si mesma de gritar de gosto; aquele japonês completava-a em todos os sentidos até ao momento descobertos.

Investiu mais forte na namorada e sorriu satisfeito quando a viu deleitada com aquele prazer que lhe propulsionava; era difícil satisfazer uma vampira ou vampiro mas Sato até que conseguia superar expectativas, aliás…no entender de Neyma ele era o parceiro ideal e o único que lhe dava tamanho prazer.
Voltava a ser beijada com ânsia, envolveu suas penas em torno da cintura do parceiro e sentia-se cada vez mais próxima de um limite. Era fascinante a facilidade com que aquele homem a levava a um limite a um expoente máximo de prazer. O familiar som de estalar notou-se e Sato sorriu com ternura, simplesmente beijou os lábios de Neyma e só depois esta abriu os olhos, agora azul muito claro.
Saiu de dentro dela e lambeu suavemente a curva do seu pescoço, aquilo era um convite irrecusável da parte do parceiro; giraram pela cama e a vampira tomou comando, logo beijando os lábios de Sato com todo o cuidado para não lhes tocar com seus caninos sobressaídos; sentou-se sobre a cintura dele e arqueou-se para trás, movendo seus longos cabelos num movimento de leque atrás, gemeu alto e logo sentiu aquelas másculas mãos a segurarem-na pela cintura delicada; moveu-se intensamente e quando soube que não iria suportar mais…curvou-se à frente até conseguir chegar com os dentes próximo o suficiente da zona lateral esquerda das costelas de Sato. Cravou suas presas naquela zona do corpo do homem, este ofegou e logo alcançou seu clímax assim que Neyma começou a sugar as primeiras gotas do seu sangue.

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