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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vingança - Capitulo 1

por iamcarmen, em 11.10.14

 

Olá!

Pensavas que eu me havia esquecido? Na na na... =P

Então hoje irei deixar-te mais uma fic que fez parte do antigo blog "cjkaulitz". Antes mais tenho que te avisar que esta fanfiction é do ano 2011, sendo que a descrição de (no caso) gémeos Kaulitz pertence a essa altura e como eles estavam (não como se apresentam atualmente).

Esta fanfiction não foi reeditada, portanto é possivel que existam alguns erros ou que o modo como está escrita não seja o mais bom (aliás eu não escrevo bem mesmo mas pronto --' )

Obrigada por continuares por aqui. =D

 

 

F:\v..jpg

 

 

Vingança

 

 

1ºCapitulo

A tempestade continuava a dominar as águas do mar, este engolia o barco cada vez mais depressa, os gritos daqueles que haviam sobrevivido á troca de tiros a bordo e seguidamente á explosão ecoavam por todos os corredores do barco. O comandante havia abandonado o seu posto e fazia o que podia, juntamente com os que restavam da tripulação, para soltar os botes de salvação e meter lá aqueles que procuravam em pânico uma escapatória possível a uma drástica morte naquele barco que estava quase a ser totalmente engolido pelo mar.

- Aria! – a voz daquele rapaz ouvia-se muito abafada pelo som da tempestade e da água a arrastar o que podia no barco. – Aria! – gritou de novo; evitou ser levado por uma forte corrente que parecia um remoinho de água dentro do que restava do corredor, subiu para cima de uma mesa pequena e saltou de destroço em destroço em busca de Aria. – Aria! Onde estás? – começava a ver cada vez mais dificultada a sua acção de saída dali, a água entrava agressivamente pelo barco, levava consigo tudo o que apanhava desprendido – Aria! – uma cadeira veio contra as suas pernas e ele caiu para a água, debateu-se com todas as forças contra as correntes de água, os trovões podiam ouvir-se perfeitamente em baixo de água, agora o barco era puxado na vertical para o fundo do mar. Não encontrava quem procurava, nadou agressivamente contra a corrente e finalmente saiu daquele perigoso corredor, levou com algo na cabeça e sentiu que ficara magoado; veio ao de cima e deu uma agressiva golfada. – Aria! – engoliu alguma água salgada e começou a tossir. Agarraram-no de repente pela blusa, ainda se debateu numa reacção base

- Calma rapaz! – gritaram-lhe

- A…Aria…ela… - continuava a tossir e cada vez parecia engolir mais água, a sua cabeça latejava de dor e uma das suas pernas não se estava a mexer bem.

- Esquece rapaz. – o homem que o puxava para um dos botes de salvação disse – Vê bem o que acontece. – apontou o que ainda se via da proa do barco, a tempestade agitava agressivamente as águas, o próprio bote se salvação estava inconstante, os relâmpagos pareciam criar um novo dia e os trovões estalavam nos céus. Ouviam-se pessoas a chorar e algumas a rezar, outras entravam em desespero – Agora só nos resta esperar pela nossa salvação. Aqueles que não estão nos botes…que Deus os acompanhe. – falou em ultimo num tom mais baixo – Esquece a tua amiga.

- Ela não pode ter morrido. Fomos bem treinados… - deixou escapar

- Rapaz. Vocês salvaram muitas vidas hoje. Infelizmente também pagaram com algumas. – passou um cobertor velho ao rapaz de cabelo entrançado, este aceitou e nada mais falou até que uma equipa de salvamento os encontrou a meio do dia seguinte, quando a tempestade acalmou de vez.

+++

Estava imensa gente naquele salão, todos prestavam a sua ultima homenagem aos seus colegas e amigos que haviam desaparecido naquele trágico acidente no mar. Tinham ido para aquele barco de cruzeiro 8 agentes da policia, tinham aceite aquela missão em alto mar com o objectivo de apanhar um grande traficante de droga e armas, quando as coisas se tornaram perigosas, uma autentica batalha de tiros e luta deu-se por aquele barco, tinham restado 5 agentes depois disso mas aqueles que estavam ás ordens do contrabandista tinham activado uma explosão…dos 8 iniciais agentes de investigação criminal, tinham regressado dois. Tom Kaulitz e Joshua Arknel.

- Tom. – a calma voz de Bill despertou-o, olhou para o seu irmão gémeo e este mostrou-se bastante preocupado consigo – Vamos para casa. – falou com algum cuidado nas palavras – Terminou por aqui. – olhou em redor e os agentes da policia e familiares e amigos das vitimas abandonavam o salão. O alto intendente da Policia falava com uma senhora já de idade e um jovem rapaz. – Precisas de descansar. Voltas-te daquela terrível missão á três dias e nestes mesmos três dias não tens dormido uma noite completa, mano. – Bill continuava a se mostrar bem preocupado com o irmão.

- Tu! – o rapaz que até á pouco ouvia palavras de consolação do alto intendente da Policia gritou no meio do salão e apontava o dedo a Tom – A culpa é toda tua! – correu para o de cabelo negro e entrançado e mandou-lhe um murro á cara assim que pode.

- Eí! – Bill meteu-se e tentou controlar o rapaz de cabelos loiros escuro – Acalma-te puto!

- A culpa é tua. És um infeliz Kaulitz! – o rapaz continuava a gritar, alguns colegas de trabalho do das tranças aproximaram-se e tentaram ajudar o irmão deste. – A culpa é toda e somente tua!

- Nathan! – a velha senhora falava atormentada – Por favor…não digas…

- É culpa deste infeliz que a minha irmã morreu, avó! – o rapaz continuava a proferir tudo num tom elevado de voz – Foste tu que a convences-te a ir para esta missão contigo. Ela morreu e a culpa é toda tua. – um dos agentes da policia controlou o rapaz e puxou-o com certa dificuldade para longe de Tom, este nada falava, sabia que o rapaz lhe tinha feito um golpe no lábio superior, apanhando-lhe mesmo o piercing mas Tom nada falou e nada fez.

- Tom. – Bill juntou as mãos aos seus ombros – Temos que ir ver desse golpe, pode infectar-te o piercing e… - o irmão moveu os ombros de modo rápido e voltou-lhe costas, saindo do salão e ainda envolto em silencio. – Mano… - murmurou Bill

- A Aria era muito para o teu irmão. – o alto intendente da Policia falou para Bill – Eram os melhores amigos, colegas e a melhor dupla de acção. Consigo imaginar como o Tom se sente. Também perdi o meu companheiro na altura que estava em campo. – pousou delicadamente a sua magra mão direita sobre o ombro do irmão de Tom – Tens de ajuda-lo. – Bill assentiu e o alto intendente foi embora.

 

 

 

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