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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vingança - Capitulo 15

por iamcarmen, em 18.12.14

 

15º Capitulo

Que raio significava aquele «Logo á noite» que Aria lhe havia dito, por um lado esperava o inesperado e por outro…bem…por outro desejava que o significado daquela frase fosse muito mais do que poderia ser provável para uma segunda-feira á noite.

- Resumidamente…desejá-la, parecem loucos por sexo e ainda não avançaram na conversa base á cerca do que Tu e Ela sentem de facto. – Bill tentava resumir tudo o que o irmão lhe havia dito á hora de jantar

- Basicamente. – Tom respondeu-lhe

- Não, decididamente não vos compreendo. Vocês são confusos, as vossas conversas parecem codificadas. Juro mesmo. – elevou as mãos em sinal de rendição

- Ás vezes eu mesmo vejo complicada a tarefa de me descodificar a mim mesmo. – o mais velho dos gémeos falou. O toque á porta do apartamento fez ambos os rapazes pararem a sua conversa, Tom prontificou-se a ir abrir a porta. Aria apresentou-se á sua frente de mini saia vestida, um simples colete que só mostrava que ela não vestia nada mais para além de tal peça, as sandálias não tinham o típico enorme salto alto mas mesmo assim a loira ficava muito perto da mesma altura de Tom, o cabelo de jeitos ondulados parecia brilhar e mais longo que o habitual, uma maquilhagem mais ousada, uns brincos compridos e um colar que fazia qualquer homem desejar ser tal peça. – Que produção só para vires ao nosso apartamento. – o rapaz falou quando Aria entrou apartamento dentro, encontrando Bill de pé em frente da televisão.

- Wow. – assobiou em jeito de piropo – Estás arriscada, Aria. – Bill comentou e não evitou arregalar mais os seus olhos castanhos ao confirmar que a rapariga, realmente, só usava um colete…portanto a palavra revelador ou satisfatório ainda não chegava para descrever a opção de modelo. – Só para que consta…fotografo imensas mulheres vestidas desse modo, não que me importe ver-te assim…mas isso é pedir milagres a qualquer homem. – riu-se

- Achas que o teu irmão não consegue dominar-me? – a pergunta dela fez o irmão em questão ficar boquiaberto.

- Desculpa? – Bill disse – Essa produção toda é para o meu gémeo? – apontou o dito em questão

- Não directamente. – olhou para Tom – Arruma-te Kaulitz. – sorriu-lhe – Vamos a um Club exclusivo. – piscou o olho

- A uma segunda-feira á noite? Enlouqueces-te de vez. – ele atirou

- Tomy, Tomy…eu preciso de ir lá e tu precisas de me acompanhar. – ficou frente a frente com o rapaz – E não te preocupes com horário de trabalho na manhã de amanhã, ok.

- E porque precisas que te acompanhe a um Club Exclusivo?

- Porque preciso de um homem a meu lado senão terei problemas. – explicou

- Eu posso ir no lugar do Tom. – Bill ofereceu-se

- Não me iria importar, pessoalmente. Mas preciso de um com ordem para disparar armas. – concluiu

- Vão meter-te em que espécie de Club mesmo? – o mais alto de todos quis saber exactamente

- Um onde poderei adquirir dicas sobre o paradeiro do Krunt.

- Ah bom! – Tom exclamou – Tenho que ir muito…exclusivo?

- Com um mulherão deste a te acompanhar. – Bill indicou a rapariga – Quem vai reparar em ti? Nem que fosses nu, meu.

- Ainda me admiro como consigo dividir um apartamento contigo, puto. – Tom suspirou e saiu da sala.

- Se me podes responder… - Bill falava – qual o real objectivo?

- Esse que disse. Descobri uma possível fonte naquele Club, mas é de grande exclusividade, necessitei de uma semana para conseguir maneira de lá entrar.

- Mas a uma segunda-feira.

- Exclusividade, Bill. – sorriu-lhe

- E a realidade entre ti e o Tom?

- Acreditas que ele é capaz de gostar de facto de mim, a sério? – mostrou-se cautelosa

- Sim, acredito. Não podes imaginar como ele ficou depois daquele naufrágio, Aria. Mal reconhecia o meu próprio irmão gémeo. – sentou-se num dos cadeirões da sala – Foi difícil ajudá-lo a recuperar. Quando se sentiu pronto…ficou uma autentica maquina em campo, os seus colegas surpreendiam-se com a falta de emoções perante o trabalho mais exigente do departamento. Muito a custo aceitou um novo companheiro de trabalho.

- O Thomas. – Aria murmurou

- Sim. De inicio foi uma guerreia constante mas depois teve de aceitar. Com o teu regresso a possibilidade de olhar-te de novo mas agora como deve ser…ele quer aproveitar.

- Não só pelo facto desta tensão sexual? – ela insistia

- Se apenas fosse isso…antes de ele saber quem tu realmente eras, naquela noite…tinham estado juntos. – Aria sorriu perante o comentário do rapaz mas nada falou, até porque Tom voltava á sala.

Observou-o atentamente, as típicas calças largas (mesmo que não tanto como habito) e de tom escuro, aquela t-shirt também um pouco mais justa deixava que qualquer mulher que se interessasse por homens fantasia-se…as costas largas de Tom, o notável porte físico…depois era o seu cabelo entrançado apenas adornado por um lenço preto, simples ténis largos e também escuros. Sim…se existiam estilos em homens que causavam desfalques numa mulher, Aria tinha um perante si.

+++

Sem duvida aquele Club era de exclusividade, situava-se na zona mais rica da cidade, era uma pequena mansão que até lembrava aquelas que surgiam na Playboy, a segurança obviamente apertada, o luxo notável até á entrada do portão para a casa/club; haviam imensas mulheres, todas elas ousadamente vestidas tal como Aria vinha naquela noite, os homens pareciam verdadeiros chulos ou políticos de grande elite. Tom estacionou o carro e saiu, Aria seguiu-lhe exemplo. Aproximaram-se da entrada oponente.

- Boa noite! – o empregado designado para receber os convidados daquela noite meteu-se – Nomes ou convites. – pediu. Aria puxou a sua pequena mala e retirou de lá um convite dourado, o empregado pestanejou e parecia ficar nervoso de repente – A vossa mesa espera-vos…Sr e Sra Di Falco. – o empregado falou com extrema educação ao ler os nomes do convite dourado.

Com muita tranquilidade Aria juntou a sua mão á de Tom e acabaram por envolve-las.

- Di Falco? – ele sussurrou-lhe do modo mais intimo que conseguia

- Não fui eu quem escolheu nomes, sabes. – ela falou a resposta junto dos lábios do rapaz o que fez que o beijo acontecesse, mas um beijo meio agressivo e carregado de pleno erotismo.

Foram encaminhados por uma empregada até uma mesa na zona mais exclusiva, Tom pode desde logo reconhecer um dos homens que se encontrava numa mesa mais preenchida, tratava-se do segundo mais importante depois do próprio Krunt.

- Vai reconhecer-me. – Tom comentou quando se sentou naqueles suaves sofás brancos ao lado de Aria

- Não, não vai. – ela disse sorridente

- Krunt conhece-me…logo ele também. – olhou disfarçadamente para o homem; estatura alta, porte forte, olhos pequenos e negros, cabelos curtinhos e igualmente negros, vestido a rigor e rodeado de mulheres atraentes e três seguranças de meter respeito.

- Garanto-te que não te irá conhecer. – Aria insistiu

- Que desejam Di Falco? – um empregado pequeno e magrinho perguntou com subtileza

- Vodka Martini, para ambos. – Aria falou prontamente, o empregado assentiu, apontou o pedido e afastou-se da mesa

- Tu não te poupas. – o de tranças comentou – Como raio estás nesta exclusividade toda.

- Truques, Tomy. – sussurrava-lhe ao ouvido – Meros truques. – mordiscou-lhe a orelha e ele arrepiou-se pela segunda vez naquele dia por culpa daquela loira.

- Aria. – falou reprovador – Desde quando sabes este truque.

-Não é truque é questão de te conhecer o suficiente para saber o teu ponto franco. – deu-lhe um suave beijo no queixo e fez questão de se juntar mais a ele; a curta saia que Aria vestia ameaçava cada vez mais, subir de modo abrupto e Tom não podia evitar de esperar por esse momento, depois aquele simples colete mostrava bem o tamanho e forma do seios da rapariga e ele ansiava poder tocá-los. O iniciar de musica mais elaborada chamou o rapaz de volta ao Club.

- Desejas-me assim tanto, agora? – quis ela saber

- Mais do que imaginas. – olhou-a nos olhos; o empregado magrinho regressou á mesa e apresentou as bebida pedidas, evitou depois concentrar-se na mulher loira mas era difícil ninguém reparar em toda aquela beleza e erotismo. – E não sou o único a ansiar por tocar todo o teu corpo. – falou perto dos lábios de Aria – Metes qualquer um nervoso.

- Prefiro concentrar-me em excitar-te, Tomy. – falou provocadora e ouviu-o pigarrear. – Mas infelizmente temos que nos focarmos de momento na razão porque aqui estamos. – voltou a beijar Tom mas não deixou de lhe puxar cuidadosamente o piercing só para apimentar um pouco mais.

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