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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vingança - Capitulo 17

por iamcarmen, em 05.01.15

O

 

 

17º Capitulo
Mesmo tendo a terça-feira de manhã em folga, Tom tinha que regressar ao Departamento da parte da tarde. Todos os elementos da equipa que estava na missão de apanhar o Krunt mostraram-se animados com captura do “braço direito” do contrabandista e traficante, o cerco apertava-se e Krunt já tinha acesso a pouquíssimos recursos.
Anunciou-se e depois de receber ordem de entrada, Tom entrou no gabinete de Dália Kraft.
- Parece que tu e a tua…amiga…continuam muito bem treinados e coordenados em campo. – Dália falou assim que o rapaz fechou a porta do Gabinete atrás de si. – Muitos demonstram-se extremamente curiosos com a origem de Shay. – falou contrariada
- Como sabes não podemos falar da sua real identidade.
- Sim, sim. Mas tenho que te dizer que… - olhou-o nos olhos – aqueles que estavam neste Departamento á três anos atrás já começaram a comentar as estranhas parecenças de atitude e actuação em missão, de Aria com a dita Shay. – suspirou – Se a missão se prolongar por muito tempo vamos ter sérios problemas com a identidade dela.
- Apesar das parecenças… - Tom falou – a Aria que eles conheceram era bem mais calma que a…dita Shay.
- Sim, claro. Afinal ela no passado não despertava pelo teu interesse sobre si e esta…visivelmente…anda a abusar e deixar-te rendido.
- Não vejo entrave nenhum nisso. – sorriu
- Eu vejo. A vossa constante…atitude provocadora e cenas de tensão sexual começam a dar que falar. Toda a gente repara o quanto vocês se atraem. Eu não gosto desses comportamentos no meu Departamento. – Dália falou num tom mais alterado
- O teu problema Dália, ambos sabemos qual é. – provocou – Não suportas a ideia de a minha ex-colega de equipa ter voltado, não aceitas que outra mulher consiga comandar por aqui…odeias o facto de que Aria tenha dado volta á missão. E acima de tudo…odeias que eu a deseje do modo fervoroso, conforme desejo. – sorriu de novo
- Tu achas-te imenso, Kaulitz.
- Á mais alguma coisa que me queiras dizer, Kraft? – ela negou e ele prontificou-se a sair do Gabinete.
Ao chegar á sua secretaria reparou logo em Nathan á sua espera, inconscientemente Tom olhou em redor, apenas para confirmar que Aria ainda não tinha aparecido por ali hoje.
- Nathan. – falou para o rapaz de cabelo curto e loiro escuro. – Que se passa?
- Vinha saber se já sabes alguma coisa…que explique o que aconteceu em minha casa. – falou sem muita vontade de ali estar
- Bem…a missão que eu ainda dirijo desde o acidente de á três anos, como sabes, continua a decorrer. Ao que parece uma mulher a mando de um inimigo de negócios de Krunt fez-se passar pela tua irmã. – o semblante de Nathan pareceu enrijecer – Mas para isso…precisavam de saber algo sobre a vida pessoal da tua irmã.
- E essa mulher? Continua por aí a se fazer passar pela minha irmã? – quis o rapaz saber
- Não. Apanhamo-la na quinta-feira. Ela está a serviço de um tipo da Rússia, portanto…mandamo-la para o seu pais. Não te preocupes. Nada se passou de mais preocupante.
- Toma atenção, Kaulitz. Não quero qualquer uma a manchar a memoria da minha irmã. – Tom ia responder-lhe mas o surgimento de Aria junto de si, assustou-o e deixou receoso.
- Boa tarde. – ela falou o seu tom agradável de voz e parecia feliz por ver Nathan ali.
- Boa…tarde… - ele respondeu mas olhava atentamente a mulher loira e extremamente atraente que se encontrava ao lado de Tom, parecia que a conhecia de algum lado.
- Caso novo? – ela perguntou o mais tranquila possível
- N…não.. amh… Shay… - olhou a rapariga e depois o irmão desta – este é o Nathan, irmão de…uma ex-colega minha de trabalho. – suspirou
- Prazer. – ela falou a sorrir e depois sentou-se sobre a secretária do das tranças, deixando que as suas tonificadas pernas bronzeadas ficassem muito a mostra, devido á saia que vestia.
- Bom. Uma vez que isso foi resolvido. – Nathan falou meio nervoso, sem duvida aquela loira era atraente como tudo.
- Não te preocupes mais. Ninguém mais irá entrar na tua casa a vasculhar o quarto da tua irmã. – Aria parecia intocável e bebericava o seu café
- Julguei que tinhas um colega de trabalho. Vejo que mudou. – Nathan comentou inesperadamente
- Bem…
- Sou a namorada dele. – Aria falou com um pequeno sorriso nos lábios – Mas eu trabalho no Departamento de Roubos. Estou de passagem, para matar saudades. – disse animadíssima
- Pois… - baixou o olhar – obrigado, Tom. Por teres aceite falar comigo e tratar do…problema.
- Sabes que podes falar comigo. Mesmo que ainda me acuses do desaparecimento da tua irmã, espero que saibas que podes contar comigo, Nathan.
- Terei isso em conta. – afastou-se ligeiramente, olhou a mulher loira e voltou a encarar Tom – Hoje era o seu aniversário. – recordou e Tom ficou tenso – Lembras-te que ela fazia anos uns meses antes de ti. Aria no inicio do Verão e tu no final deste.
- Sim. Lembro-me. – sorriu – Fica bem, Nathan. – o rapaz assentiu e foi embora.
Assim que o irmão de Aria saiu do Departamento, Tom encarou-a e ela parecia na mesma…intocável.
- Como…te sentes? – perguntou com cautela
- Um ano mais velha. – falou ainda nas calmas – Já tinha estado próximo o suficiente dele, dos meus pais e da minha avó. Nesse dia…sim…custou-me imenso. – saiu de cima da secretaria, deitou o copo vazio para o lixo e ajeitou a saia – E mentis-te. – concluiu; Tom franziu o sobrolho – Obviamente não recordavas que eu faço hoje anos. – sorriu-lhe – Bom que te redimas. – o rapaz sorriu
- E como me posso redimir? – falou próximo dela
- Queres mesmo que te informe? – ele assentiu – Vai buscar-me daqui a 20 minutos ao Hotel onde estou. E não te preocupes com a ciumenta da tua chefe. – sorriu mais uma vez, deu um beijo na face do rapaz e afastou-se dele.
+++
Não sabia qual seria, exactamente, a ideia daquela rapariga mas ele acatava a informação que recebera, apesar dos protestos de Dália sobre a sua saída repentina, Tom tinha ido para o Hotel onde Aria estava hospedada e sorte era este ser bem próximo do edifício da policia.
Na recepção fora informado que poderia subir até ao quarto de Aria, assim o fez. Tocou suavemente á porta do quarto da rapariga, um empregado dos serviços de quartos passou por ele e olhou-o com extrema inveja embutida no olhar…Aria causava mesmo sensação por onde passava; a porta do quarto foi aberta devagar e logo os olhos verde brilhante daquela loira o observaram, Tom tomou a iniciativa e tentou entrar logo no quarto.
- Calma, Tomy. – ela falou atrás da porta – Ou entras de olhos fechados ou ignoras-me como sempre fazias á três anos atrás. – falou provocadora
- Aria. – murmurou – Que pensas que estás para aí a falar? – empurrou a porta com mais força e a rapariga teve que lhe permitir a entrada. Assim que entrou e fechou logo a porta do quarto, estancou perante a imagem que tinha á sua frente; Aria vestia apenas e unicamente a sua lingerie, bem rendada o que atormentou logo os impulsos de Tom.
- Não fiques com a ideia errada, ok. – ela advertiu – Simplesmente atrasei-me mais do que julguei, Tomy.
- De certeza que foi isso? – ele perguntou, embora ainda estivesse de olhos pregados na lingerie rendada de cor vermelha da sua ex-colega.
- Juro pelo que quiseres. – ela falou seria – Tive que ir comprar umas coisinhas e atrasei-me na loja. – explicou
- E tens assim tanta pressa para quê? – ele perguntou – Afinal ainda não me desses-te o que pretendes pedir-me para que eu me redima por ter-me esquecido do dia de hoje. Apesar de ainda ir a tempo.
- Eu estava a pensar em… - fez um ar mais pensativo enquanto voltava a passar a pequena toalha sobre o seu cabelo molhado; Tom tirou-lhe bruscamente a toalha das mãos e abraçou-a fortemente, o peito de Aria ficara bem apertado ao do rapaz; o beijo atormentador surgiu de imediato – Tom. – falou contra os lábios deste
- Tu estás a pedi-las, Aria. Perdoa-me por não conseguir mais resistir. – ela sorriu e deixou que Tom a encaminha-se contra a cama que ocupava o centro do quarto.
De um modo bem rápido, Aria despiu a t-shirt ao rapaz, arrastando agressivamente as unhas pelas costas dele depois, Tom pigarreou e agarrou-lhe os longos cabelos, puxando-lhe a cabeça atrás e logo atacar o pescoço da rapariga com beijos calorosos. Se havia facto que Aria adorava era o facto de Tom ainda adorar usar calças mais largas, por isso a tarefa de o privar das suas calças fora fácil; o rapaz tratou de descalçar os ténis e logo deixar-se ficar apenas em boxer’s; Aria continuava a lhe exigir beijos sufocantes, arrepiava-o com o roçar do seu corpo sob o dele, fazia-a pigarrear sempre que lhe cravava as unhas. O soutien que ela usava rendado parecia nunca ter estado no seu corpo, o casal descaiu sobre a cama; a loira arrastou os boxer’s do companheiro até o desprover de tal peça, deslizou uma das suas mãos ao longo do membro, a excitação que podia sentir só a fazia ansiar mais por sentir Tom em si. Rodeando a anca da rapariga com apenas o seu braço esquerdo, Tom elevou-a e quase rasgou a peça rendada que ainda existia em Aria; os corpos nus e extremamente excitados e necessitados um do outro roçaram-se, os beijos que o casal dividia só os atormentava mais.
Foi acariciada com imensa intimidade por Tom, gemeu contra o pescoço do rapaz, mordiscou-lho, beijavam-se selvaticamente; os corpos pareciam doer-lhes com tanta excitação. Aria moveu o seu corpo de modo ainda mais convidativo debaixo do de Tom, depois entre beijos e carícias ainda intimas foram rodando pela cama, até que a rapariga passou para cima do rapaz. Beijaram-se de novo e Tom começou a ficar meio sentado e encostado á cabeceira da cama, tudo porque Aria havia decidido abusar nas carícias…reparou que ela já abria a embalagem do preservativo e pouco demorou até, entre beijos, colocar o contraceptivo ao rapaz. Caminhou de joelhos sobre o corpo de Tom e carinhosamente colocou-se ao colo deste, deixando que a penetração acontecesse calmamente mas de modo intenso. Ele abraçou-se a ela de novo, deslizou os lábios pelos seios de Aria, excitando-a mais com tal. Os movimentos que Aria passou a exercer de anca serviram para destabilizar Tom, terminando-lhe com qualquer controlo possível. Os movimentos mantiveram-se sempre fortes e carregados de muita satisfação, as posições dos corpos foram mudando e aquele casal aproveitou cada segundo.

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