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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

Desde 1 de Janeiro de 2008.

Vingança - Capitulo 20 (Penúltimo Capítulo)

por iamcarmen, em 23.01.15

 

20º Capitulo

Os olhos de Tom ardiam devido aquele intenso fumo que era libertado das bombas que a Policia ou a Interpol haviam lançado naquele lugar. O que antes podia ser chamado de vulto aquilo que o rapaz vislumbrava de Aria e Krunt a se debaterem, agora passara a ser meras manchas entre o fumo branco.

Tom tentava reencontrar a saída daquela sala, tossia imenso devido á inalação e os olhos lacrimejavam.

- Aria! – chamou-a, ouviu sons de embate corpo a corpo, depois algo caiu sobre a cadeira até onde á pouco tempo Tom estava amarrado; um grito feminino irrompeu de súbito por entre o fumo. – Aria! – alarmou-se

- Saí! – ouvia-a gritar-lhe. Algo fora lançado contra algo de madeira, pois ouviu-se o embate

- Não. Onde… - alguém foi contra si, resmungou e então conseguiu ver um agente da policia devidamente fardado e fazendo uso de uma mascara

- Temos que sair daqui! – o agente falou para Tom, este olhou-o e tentou procurar o vulto de Aria entre o fumo – Agente! – o policia elevou o tom da sua voz – Retirada. – falou rapidamente

- Aria! Vamos embora. Que se passa?

- Não. – ela falou numa voz rouca – Tom! – gritou de repente. Um novo disparo ouviu-se.

- Aria! – mais policias fardados e a usar mascaras surgiram por perto do rapaz, alguém o empurrou com força para trás, debateu-se e um novo tiro fora disparado.

+++

O fumo começava a se dissipar. Tom deambulava pela sala ainda com os olhos a lacrimejar.

- Ari… - taparam-lhe a boca com brusquidão

- Queres deitar por terra a identidade dela!? – Dália sussurrou a Tom e empurrou-o para fora da sala, juntamente consigo mesma.

- Que se passou? – o rapaz questionou, fechou os olhos e tossiu mais um pouco – Como… - voltava a tossir e a pouco e pouco voltava a visualizar tudo em seu redor.

- A tua amiguinha estava bem preparada para esta situação de rapto. – Dália falou contra vontade – Agradece-lhe depois o facto de estares vivo, Kaulitz.

- Não interessa nada disso agora, Dália! – ele elevou-lhe o tom da sua voz – Ouvi dois disparos. Não se via nada ali dentro. Vocês são loucos! – voltou a gritar

- Olha o tom da tua voz junto de mim! – Dália respondia-lhe igualmente em gritos

- Enquanto existirem agentes em perigo num espaço reduzido, nunca se deve lançar qualquer espécie de engenho que dificulte um possível resgate o escapatória! – ele citou

- Nós não sabíamos exactamente onde vocês dois estavam.

- Não sejas cabra, Kraft! – a voz de Aria ecoou no corredor. Dália arregalou os olhos e olhou atrás de si, podendo distinguir Aria em toda a sua pose confiante. A loira apresentava um golpe na testa, o lábio rebentado e unia a sua mão esquerda ao ombro direito e não parecia nem um pouco contente.

- Que… - Tom ainda tentou pronunciar mas ao ver o modo agressivo que era representado nas feições da ex-colega de equipa optou pelo silêncio.

- Sabias perfeitamente onde eu estava, só não contavas que o Tom estivesse na mesma divisão, Kraft! – Aria falou irritada. Alguns agentes da Interpol juntaram-se a si e mostravam-se atentos aquilo que a rapariga começara a falar. – Estavas a dirigir a operação e deste ordem para lançarem bombas de fumo para o local exacto onde eu estava presa. – limpou o canto magoado da sua boca – Realmente odeias o facto de eu mandar mais do que tu. Mas descansa…a missão terminou. Krunt morreu ás minhas mãos á pouco menos de 3 minutos. – caminhou para junto de Tom, este nada disse e apenas olhou de relance para a sua chefe de departamento.

- Não sabia… - Dália recomeçou

- Já te disse para não seres cabra, Kraft! – Aria atirou. A ruiva fungou e mostrou-se plenamente ofendida com a agente da Interpol – Apresenta o teu relatório com tudo o que sucedeu e espero que acates as consequências do teu acto imbecil rapidamente. – falou de novo.

A loira suspirou e reparou que continuava alvo dos olhares preocupados dos seus colegas e do próprio Tom.

- Só foi de raspão. – informou – E foi melhor isto do que directamente… - juntou o dedo indicador da sua mão direita ao peito de Tom – aqui. – falou fracamente

- Era… - ele pronunciou-se

- Era directamente ao teu coração, Tom. – a rapariga informou-o – Por isso que te gritei…mas não vias onde eu estava e o Krunt. – suspirou. Aproximou os seus lábios da orelha do rapaz e por fim sussurrou-lhe – Terminou. – deu um rápido beijinho no lóbulo da orelha de Tom e afastou-se.

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