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Desde 1 de Janeiro de 2008.

iamcarmen

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Vingança - Capitulo 4

por iamcarmen, em 22.10.14

 

4º Capitulo

Bill não evitou mostrar a sua surpresa ao acordar e ver que Tom já estava acordado, tomava o seu pequeno-almoço e parecia perdido nos seus pensamentos.

- Wow…já acordado. – olhou o seu relógio de pulso – São 07h da manhã, Tom.

- Parece que sim. – suspirou e olhou o irmão – Não dormi. Aliás só dormi até as 04h da manhã, mais ou menos.

- Estranho. – Bill falou antes de se sentar á mesa e começar a preparar o seu próprio pequeno-almoço – Tiveste sem sono e sem miúda na cama. Assustador. – gozou

- Os pesadelos surgiram de novo. – anunciou então e Bill encarou-o

- Fez ontem três anos, certo? – quis confirmar com Tom, este afirmou. – Nos outros anos isso não te incomodou. – recordou – Passou-se alguma coisa?

- Alguém anda a apanhar os tipos que estão envolvidos com o Krunt. – Tom informou

- Krunt. – o outro repetiu – O tipo que fez o navio/barco explodir naquela noite? – o das tranças nada falou – O tipo que é directamente responsável pela morte de todos aqueles policias? E não só daquele dia…todos os que conseguem aproximar-se são mortos. Quem é esse alguém que anda a apanhar os tipos do Krunt?

- Não sabemos. Em duas semanas já apanhou 5 tipos. Thomas diz que quem quer que seja fá-lo para encurralar o Krunt.

- Parece-me que anda a vingar algo. Esse criminoso deve ter feito algo a esse alguém no passado e agora chegou a hora de pagar pelo que fez. – Bill falou

- Penso o mesmo. Tenho o Krunt para apanhar e esse alguém que o anda a cercar através da morte dos seus aliados.

- Tem cuidado. Parece-me mais perigoso esse tipo á procura de vingança que o Krunt. Porque não te concentrar apenas nesse tipo vingativo? – Tom recuperou a reacção e olhou friamente para o irmão

- Nem pensar! Prometi a mim mesmo que ia apanhar esse maldito Krunt. Será julgado devidamente, embora que por mim…seria morto na hora.

- Também procuras vingança? – Bill expos

- Ele matou a Aria e os meus outros colegas. – levantou-se da cadeira – Não o vou perdoar.

Bill Kaulitz nada falou para o seu irmão, mas ouvir aquelas palavras…ficava aliviado, pelo menos Tom não continuava a se sentir culpado pela morte da sua colega de trabalho. Era um avanço.

+++

Dália foi encontrar o rapaz de cabelos entrançados e piercing no seu lábio inferior na sala de treino, Tom pontapeava e esmurrava o saco, vestia apenas as calças de treino e deixava assim que as policias femininas se deliciassem mentalmente com o aspecto saudável e erótico do agente Kaulitz. Apesar de ela ser chefe do rapaz já havia dividido com ele horas de relações sexuais e tinha sido uma das melhores experiencias da sua vida, sorriu e nada falou…não quebrando a concentração de Tom no seu treino.

Ele era intrometido, quebrava muitas regras de actuação em campo e insolente quando queria, mas por muitas vezes todos podiam notar a magoa que ainda o acompanhava desde a explosão no barco de cruzeiro á três anos; Dália havia-se informado sobre tudo que envolvia a dupla rebelde de Tom Kaulitz e Aria Näzir, havia sido com essa mulher que Tom se tornaram um rebelde na policia mas compensava isso com os melhores resultados; aquela dupla era inseparável, melhores amigos, sabiam o que o outro pensava…eram como um apenas. Dália ainda se surpreendia como Tom e Aria não haviam sido um casal amoroso, mas aqueles que trabalhavam com eles afirmavam que ambos davam extrema importância á sua amizade e nem se viam como homem e mulher ou reagiam ás bases da atracção, viviam para o trabalho…estavam nos primeiros tempos na Policia. Depois do trágico acidente Tom culpabilizara-se do desaparecimento da agente Näzir, tinha recebido uma ordem de descanso por 4 meses e quando havia regressado ao trabalho, voltara o mais frio e decisivo em campo e o mais rebelde e aconselhável em departamento.

Dália deixou de pensar em tudo aquilo, aclarou a garganta e olhou menos intensamente para Tom.

- Kaulitz! – chamou-o; ele parou de esmurrar o saco e olhou-a, notavelmente, chateado pela sua interrupção – Prepara-se que em uma hora vais para campo. – a ruiva disse antes de sair da sala de treino.

+++

Saiu do jipe que lhe era entregue para missão em campo e olhou atentamente para aquele antigo local de atracagem de barcos de pequena dimensão.

- Então…que fazemos aqui? – perguntou a Thomas

- Temos uma testemunha de algo a ver com Krunt. – o outro respondeu-lhe – O velho não tem a mente muito viável em tribunal mas…para nós é uma dica. – sorriu e tomou a liderança para a velha casa junto do local de atracagem.

Thomas bateu fortemente á porta e chamou pelo morador da casa, foi uma senhora de idade que lhe abriu porta

- Bom dia. – Thomas cumprimentou – Procuramos o Senhor Rupus.

- Ah…sim… - olhou para dentro da casa – Rupus! – elevou o tom da voz – Rupus! Querem falar contigo. – ouviu-se pequenos passos acompanhados de um bater de madeira com madeira, Tom manteve-se mais de parte e olhava atentamente a porta da casa. O senhor de avançada idade surgiu, usava um chapéu de pescador, umas calças de tecido já russas e uma camisa axadrezada, usava uma bengala para se apoiar.

- Sim. Bom dia. – cumprimentou

- Senhor Rupus. Somos da Policia de Investigação Criminal. Os nossos colegas informaram-nos que o senhor tem umas informações importantes.

- Eu falei que não poderia ir a Tribunal, tenho pequenos lapsos de memoria e isso poderia ser mau para vos, filhos. – o homem recordou

- Sim. Mas não estamos aqui para falar isso em tribunal. – Thomas explicou – Poderia dizer-nos o que viu á uns dias naquele pequeno porto de atracagem?

- Temo que não acreditem 100% nas minhas palavras, mas…

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